NA NOITE DE NATAL

Homem que estuprou e matou jovem é condenado

Homem que estuprou e matou jovem é condenado
17/08/2012 09:20 - VÂNYA SANTOS


Luiz Jeferson Macedo, de 25 anos, foi condenado a 25 anos e 8 meses de prisão pelo estupro e assassinato de Carolina Rodrigues de Aquino, de 19 anos. O crime ocorreu na madrugada de 25 de dezembro de 2010, no bairro Alta Floresta II, em Ladário. Luiz era vizinho e sobrinho por afinidade da vítima. A mãe dele era casada com um irmão de Carolina.

O acusado foi preso no dia seguinte, após a Polícia receber denúncia anônima. Luiz afirmou em juízo que mantinha um relacionamento amoroso escondido com a vítima porque ela tinha namorado. Segundo ele, naquela noite manteve relação sexual consentida com a vítima, caiu por cima dela e, quando viu, ela já estava morta.

"Todavia, as provas que constam dos autos demonstram que houve sim violência sexual e resultou na morte na vítima", consta na sentença proferida pela juíza Tatiana Decarli. Luiz está cumprindo a pena em regime fechado no Instituto Penal de Campo Grande, para onde foi transferido em 2011.

Consta nos autos que o namorado da vítima, após deixá-la em casa, foi ao encontro do acusado para cumprimentá-lo pelo Natal. Pouco tempo depois Luiz Jefferson saiu, demorou e voltou com a casa dele com a roupa suja e com alguns arranhões. Questionado pela mulher - que estava grávida na época - falou que tinha caído de bicicleta. No dia seguinte, pela manhã, o padrasto da vítima foi procurá-la. A primeira pessoa que perguntou foi ao acusado. O réu ainda foi na delegacia, junto com o padrasto da vítima e ajudou a procurar a jovem o dia todo. O corpo de Carolina foi encontrado pela irmã dela, às 15h30min do mesmo dia.

Com informações do Diário Online

Laudos apontam que vítima reagiu as agressões
Fotos: Diário Online

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".