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AULA DE DESPEDIDA

Historiador destaca fatos recentes <br> do Brasil

Historiador destaca fatos recentes <br> do Brasil
15/03/2014 10:00 - EDUARDO FREGATTO


                                                                                                                                                        Foto: (Álvaro Rezende)

Cezar Benevides destacou as manifestações de 2013, governos militares, entre outros acontecimentos

O historiador Cezar Benevides ministrou, anteontem, a última aula para os magistrados de Mato Grosso do Sul – a atividade iniciou-se no começo da década de 1990.

“Completei 60 anos de idade e 40 de trabalho, chegou minha hora de parar”, declarou, depois da aula no Tribunal de Justiça.

Benevides, que já atuou como professor no curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, prepara turmas de novos juízes com conteúdo histórico e social. “Eles aprendem muito a técnica no processo de formação, e eu entro com a parte humanista”, explica.

Desde 1985, o historiador, que é de João Pessoa (Paraíba) leciona no Estado de Mato Grosso do Sul.

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Em sua última aula, Benevides destacou os acontecimentos recentes no Brasil. “Os encapuzados nas manifestações atentam contra o Estado de Direito”, afirmou. “Vocês vão lidar com várias situações dessas”, disse aos alunos.

O historiador faz um recorte sobre o período da Ditadura Militar no País. “As Forças Armadas não são a generalização do arbítrio”, afirmou. “Erros foram cometidos, eles assumem isso, mas não foram só erros naquele período de exceção”.

O historiador não pretenda cessar todas as suas atividades. Seu primeiro livro de memórias deve ser lançado nos próximos meses, intitulado “Edipus Parahybensis”, e narrará sua trajetória até sua chegada a Mato Grosso do Sul. A continuação abordará seus trabalhos no Estado. 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...