PARCERIA AMPLIADA

Grupo quer construir Aquário e Observatório

Grupo quer construir Aquário e Observatório
28/01/2010 22:21 - VÂNYA SANTOS


Além do Paço Municipal, a empresa Arbeit Desenvolvimento Imobiliário Ltda. quer construir o Aquário Pantanal e o Observatório de Campo Grande. De acordo com o diretor de desenvolvimento imobiliário do grupo alemão, que tem filial em São Paulo, José Ferraz, a construção dos dois projetos foi um assunto sugerido por autoridades locais para ser iniciado numa segunda fase. “Poderá ser executado depois da construção do paço e seria fruto de uma nova negociação. Isso foi ventilado, não foi negociado”, explicou o diretor, esclarecendo que a Arbeit tem interesse na sugestão. Segundo José Ferraz, apesar de não haver empecilho para um acordo futuro com relação ao assunto, a questão não é prioridade neste momento. “O fundamental agora é o que já está ajustado”, referindo-se à construção da nova prefeitura da Capital. Enquanto não há avanços com relação às outras obras, técnicos da empresa permanecem em Campo Grande até amanhã para fazer o mapeamento das secretarias municipais. A partir desta avaliação, eles retornam para São Paulo onde darão início à elaboração do projeto arquitetônico, planilha de custos e apresentação oficial da obra, que será construída numa área de 16,8 mil metros quadrados localizada no Parque dos Poderes. Projetos Cerca de R$ 60 milhões devem ser destinados à obra do Aquário Pantanal, que prevê a construção numa área de 10 mil metros quadrados no Parque das Nações Indígenas. O espaço irá abrigar mais de 350 espécies de animais apresentando a biodiversidade dos rios do Estado. Já o Observatório do Pantanal trata-se de um complexo composto por museu interativo, planetário e teatro municipal com capacidade para 1.500 pessoas. O projeto elaborado pelo arquiteto Oscar Niemeyer será construído numa área de 4,5 hectares nas proximidades do aeroporto da Capital.
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".