CIDADES

Grupo discute ações contra crime organizado

Grupo discute ações contra crime organizado
02/09/2010 20:40 -


Thiago Gomes

Começa hoje, estendendo-se até amanhã, em Campo Grande, a 23ª Reunião Ordinária do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC). O encontro acontecerá no auditório do Novotel, com solenidade de abertura marcada para às 9 h. Mais de 120 promotores e procuradores de Justiça discutirão, à portas fechadas, em grupos de trabalho, estratégias contra atuação de organizações criminosas nos estados brasileiros e região de fronteira.
A reunião contará com a presença do procurador-geral de Justiça do Ministério Público Estadual, Paulo Alberto de Oliveira; do presidente do GNCOC e procurador-geral de Justiça do MP de Santa Catarina, Gercino Gerson Gomes Neto; e do coordenador do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado – Gaeco/MS, procurador de Justiça João Albino Cardoso Filho, além de membros ligados ao combate às organizações criminosas em todo o Brasil.
De acordo com a promotora de Justiça do Gaeco/MS e coordenadora do Grupo de Segurança Institucional do GNCOC da Região Centro-Oeste, Jiskia Sandri Trentin, esta é a primeira vez que o Mato Grosso do Sul sedia o evento. A criação do grupo, em fevereiro de 2002, teve por objetivo preparar operações integradas de combate às ações de organizações criminosas e foi motivada pela morte do promotor Francisco José Lins do Rêgo Santos, em janeiro do mesmo ano. Ele foi morto quando investigava a máfia dos combustíveis em Belo Horizonte.
O grupo é composto pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, Polícias Federal, Civil e Militar. As operações, geralmente, são conduzidas pelo GNCOC, Polícias Rodoviárias, Receitas Estadual e Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Secretaria de Direito Econômico, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entre outros órgãos.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".