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INVESTIMENTO

Grupo americano vem debater fábrica de etanol em MS

11 FEV 14 - 00h:00PAULA VITORINO

Representantes de grupo americano que vai construir a primeira fábrica de processamento de milho para produção de etanol em Mato Grosso do Sul participam na sexta-feira de nova rodada de reunião com o Governo do Estado para acertar os detalhes da instalação.

O município de Chapadão do Sul foi o escolhido para receber o investimento, que deve chegar a US$ 300 milhões, segundo o prefeito Luiz Felipe Barreto de Magalhães.

“Vai ser uma reunião para conversar sobre os detalhes da instalação da indústria, operação, investimento. Os americanos devem ficar 15 dias aqui no Estado”, adiantou o prefeito. Em abril do ano passado os empresários fizeram as primeiras visitas na região.

Licença
O grupo, formado pelas empresas POET e BioUrja Trading LLC, já apresentou no Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (Imasul) o projeto ambiental. O prefeito explica que só após a liberação da licença é que será possível ter certeza sobre a instalação da fábrica. O resultado ainda não tem data para ser publicado, mas pode demorar cerca de dois meses.

“Estamos esperando a licença ambiental pra saber se tem a possibilidade ou não de construção”, justifica.

A indústria será construída em área cedida pela Prefeitura de 50 hectares. De acordo com o prefeito, o projeto prevê que a empresa utilize cerca de 40 hectares e o restante seja destinado a empresas atraídas pelo empreendimento.

A capacidade inicial deve ser de processamento de 350 mil toneladas de milho anualmente, de acordo com a Prefeitura. Devem ser produzidos 50 milhões de litros de etanol, além de ração animal feita a partir do grão. Serão criados cerca de 150 empregos diretos e outros 600 indiretos. O cronograma inicial previa o início das atividades até o fim de 2015.

Além de Chapadão do Sul, os empresários manifestaram interesse de investir em outras três unidades na região do Estado. O grupo é responsável por 10% do mercado americano de produção de etanol, a partir do milho. A companhia exporta o combustível para o Japão, Austrália e África. 

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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