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CIDADES

Greve de residentes suspende cirurgias

Greve de residentes suspende cirurgias
18/08/2010 07:50 -


karine cortez

A greve dos médicos-residentes em Campo Grande fez com que cirurgias eletivas (agendadas) feitas por esses profissionais fossem canceladas no Hospital Universitário (HU), Santa Casa, Maternidade Cândido Mariano e Hospital Regional Rosa Pedrossian (HR). A suspensão do atendimento deve durar até que haja entendimento entre a categoria e o Governo Federal sobre o reajuste na bolsa-auxílio. Apenas os serviços de urgência e emergência estão mantidos.
Do total de 300 médicos-residentes na Capital, 110 atuam no Hospital Universitário e 80 na Santa Casa. Os residentes querem aumento de 38,7% sobre o valor da bolsa-auxílio que hoje é de R$ 1.916,45 e, segundo eles, está congelada desde 2006. “Na época ganhávamos o equivalente a cinco salários mínimos e hoje o que recebemos nem chega a quatro salários mínimos. Está totalmente defasado”, reclamou Érica Lucca, residente na área da pediatria do HU.
Mas, os ministérios da Saúde e da Educação ofereceram aumento de 20% e a proposta foi rejeitada ontem pela Associação Nacional dos Médicos-Residentes.   

Mais reivindicações
Além disso, a categoria pleiteia a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses e a implantação da licença-paternidade de cinco dias. Eles querem ainda a garantia do fornecimento das refeições básicas, como café da manhã, almoço e jantar, o que não estaria sendo cumprido.
Na manhã de ontem, um grupo de pelo menos 200 médicos-residentes se aglomerou em frente da Santa Casa para protestar. De acordo com o residente em ginecologia e obstetrícia, Daniel Gonçalves de Miranda, em Campo Grande a categoria vai seguir determinação da Associação Nacional dos Médicos-Residentes. Até o fim da tarde de ontem, a informação era de que os residentes continuariam parados.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!