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Campo Grande - MS, terça, 13 de novembro de 2018

Governo não deve propôr o que servidores federais pedem

10 AGO 2012Por Terra23h:00

Às vésperas de uma possível proposta de reajuste para os servidores federais em greve, o governo já sinaliza que não será generoso na oferta a ser feita neste mês. O governo está fazendo as contas e teme que o gasto com a folha de pagamento reduza o poder de fogo nos investimentos, prejudicando do desempenho do Produto Interno Bruto, que já está crescendo em ritmo lento.

No início da onda de greves, o governo dizia que não seria possível conceder aumentos salariais nem no ano que vem. Agora, já consideram ceder à pressão dos sindicatos. As centrais sindicais se queixam da falta de receptividade do governo.

"Não tem negociação, até agora 21 categorias em greve e colocou proposta só para docentes e técnicos administrativos. O que (o governo) verbalmente diz, é que na próxima semana vai chamar os setores para dialogar", explica o dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Pedro Armengol.

O representante da CUT nega que ao se encontrar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenham pedido alguma intermediação com a presidente. "Nunca tivemos nenhum tipo de queixa ao Lula", disse Armengol. De qualquer maneira, após a visita da presidente Dilma Rousseff ao seu antecessor, em São Paulo, o Planalto parece mais flexível à demanda dos grevistas.

Nas primeiras semanas de greve, o governo chegou a cortar o ponto dos dias parados. Segundo um interlocutor próximo a Dilma, greve sem corte de ponto é férias.

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