Governo estuda monitorar qualidade do serviço público com tecnologia móvel

Governo estuda monitorar qualidade do serviço público com tecnologia móvel
22/08/2012 03:00 - AGÊNCIA BRASIL


O governo federal quer utilizar a tecnologia de telefonia móvel para monitorar a qualidade do serviço público, especialmente nas áreas de saúde, educação e Previdência Social. O assunto foi discutido hoje (21) em reunião entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente do conselho da empresa de tecnologia norte-americana Qualcomm, Paul Jacobs.

“Ela nos encomendou discutir com a Casa Civil a possibilidade de incrementar essa rede de monitoramento, de controle, baseado em dispositivos móveis, tablets, smartphones. O pessoal da Qualcomm se dispôs a nos ajudar nisso”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que também participou da reunião.

A Qualcomm está construindo um centro de pesquisa e desenvolvimento para tablets em São Paulo e vai criar um laboratório para apoiar iniciativas brasileiras que desenvolvam smartphones e tablets. As atividades da empresa devem começar no primeiro trimestre do próximo ano. Segundo o presidente da empresa, o centro terá cerca de 100 funcionários e a previsão de investimento inicial de aproximadamente US$ 1 milhão.

A empresa também informou hoje (21) que tem interesse em incorporar tecnologias para todas as faixas de frequências que serão disponibilizadas no Brasil para a telefonia de quarta geração (4G). Em junho, foram leiloadas as faixas de 2,5 giga-hertz e 450 mega-hertz.

O governo também tem intenção de licitar a faixa de 700 mega-hertz no ano que vem, mas o espectro é utilizado pelas emissoras de televisão aberta. O ministro Paulo Bernardo disse que os estudos sobre a utilização da faixa de 700 mega-hertz serão concluídos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ainda neste semestre.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".