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Tragédia no Haiti

Governo do Haiti conta 75 mil mortos

20 JAN 10 - 04h:03AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
O governo do Haiti divulgou novo balanço oficial de mortos vítimas de forte tremor que atingiu o país há uma semana. São 75 mil mortos e 250 mil feridos, além de um milhão de desabrigados. Se a estimativa do governo haitiano se concretizar, a tragédia ficará entre as dez piores da história, mas a contagem é lenta e a cada dia surgem novos corpos pelos escombros, sem contar com feridos que estão morrendo nos hospitais. A OMS (Organização Mundial da Saúde) acredita em 100 mil mortes. Exatamente uma semana após a tragédia deflagrada por um terremoto de 7 graus na escala Richter, a capital Porto Príncipe está devastada, com milhares de habitantes famintos e incontáveis mortos, enterrados e à espera de enterro. Entre os mortos estão estrangeiros de pelo menos 25 nacionalidades e 19 brasileiros. Entre eles, a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti e o brasileiro no mais alto posto da organização. Primeiro país independente da América Latina, o Haiti agora depende da mobilização internacional iniciada logo após o tremor. A ajuda, no entanto, enfrenta a barreira logística – a dificuldade de distribuir alimento e água a milhares espalhados em acampamentos improvisados, dormindo ao relento, sob uma paisagem de destroços e corpos em decomposição. O Brasil lidera as tropas da missão de paz da ONU no país, com 1.266 militares – número que pode dobrar, segundo o Exército, para ajudar na reconstrução do país. A Minustah, como é chamada a missão da ONU no Haiti, tem contingente de cerca de 9.000 pessoas, pouco mais de 7.000 delas militares
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