Governo confia em retomada da economia capaz de fazer país crescer 3% este ano

Governo confia em retomada da economia capaz de fazer país crescer 3% este ano
26/07/2012 15:11 - agência brasil


A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou hoje (26) que o governo continuará adotando medidas sempre que considerar necessário para aquecer a atividade econômica e que confia em uma retomada da economia capaz de levar o país a crescer 3% este ano.

“Nós estamos confiando em uma retomada no segundo semestre que seja capaz de nos levar a esse patamar”, disse. Miriam Belchior também destacou que o governo tem adotado uma série de medidas para enfrentar a crise internacional e continuará com novas iniciativas se for necessário porque essa é “uma preocupação especial da presidenta Dilma, a proteção da economia.”

Segundo a ministra, a previsão dos economistas aponta para um crescimento menor este ano, mas o índice, mesmo assim, será maior do que o observado em outros países. Para Miriam Belchior, isso é um reflexo importante e que mostra a forma como a economia brasileira vem sendo conduzida tanto pelo setor público como pelo setor privado.

A ministra não quis comentar se haverá mudança na meta de superávit primário, a economia para pagar os juros da dívida, mesmo com a queda no Produto Interno Bruto (PIB).

Miriam Belchior participou nesta quinta do quarto balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 . De acordo com os números, até junho deste ano, 29,8% das ações previstas para conclusão até 2014 foram finalizadas. O valor executado corresponde a R$ 211 bilhões, resultado 84% superior ao registrado no mesmo período de 2011.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".