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NOTA

Governo brasileiro repudia violência na Síria

Governo brasileiro repudia violência na Síria
25/04/2011 13:01 - AgÊNCIA BRASIL


O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota em que manifesta a preocupação do governo brasileiro com a “escalada da violência na Síria”. A atual série de protestos contra o governo do presidente Bashar Al Assad começou em março, se alastrou por várias cidades do país e, segundo manifestantes, já deixou centenas de mortos. Assad está no poder há quase 11 anos.

“O governo brasileiro reitera o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados e expressa a expectativa de que a crise seja equacionada pela via do diálogo”, diz a nota do Itamaraty. “O governo brasileiro sublinha que as aspirações legítimas das populações do mundo árabe devem ser equacionadas por processos políticos inclusivos e não pela via militar.”

Para a diplomacia brasileira, compete ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) adotar medidas apropriadas para minimizar o impacto “das crises no mundo árabe” sobre a paz e a segurança internacionais. A nota também destaca a importância de organismos estrangeiros, em particular a Liga dos Estados Árabes e da União Africana, mediarem de forma diplomática os conflitos.

De acordo com a BBC Brasil, pela Síria ser considerada um dos países mais estáveis do Oriente Médio nas últimas décadas, a situação atual é de grande importância para a região. O país faz parte de uma aliança que reúne o Irã, os militantes do Hezbollah no Líbano, o Hamas na Faixa de Gaza e outros grupos radicais palestinos opostos à paz com Israel. Se a Síria mergulhar no caos, essa aliança pode se enfraquecer e o impacto mais grave poderá ser sentido no vizinho Líbano.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!