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SISTEMA CARCERÁRIO

Governo anuncia mais 1600 vagas em presídios

Governo anuncia mais 1600 vagas em presídios
11/03/2014 00:00 - da redação


O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou que será ampliado em mais 1600 as vagas no sistema penitenciário, chegando a 8.500 no ano que vem. No início de 2007 existiam em todos os presídios do Estado 4.216 vagas. “Nós utilizamos os valores investidos para a construção, reforma e ampliação de unidades penais”, explica o secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado, Wantuir Jacini 

Segundo o secretário, além de recursos do Estado e União, o Sistema Penitenciário recebeu ainda investimentos oriundos da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e Conselho da Comunidade, por exemplo, que ultrapassam R$ 500 mil.

Outros R$ 3 milhões também foram investidos de 2007 até hoje, na aquisição de veículos e mais de R$ 700 mil mensais na contratação de 232 novos servidores que atuam nas mais diversas áreas de atividades do Sistema Penitenciário do Estado. “O total de investimentos nessa área ultrapassa R$ 778 milhões”, afirma Jacini.

Estão previstos ainda mais investimentos, que serão destinados à construção de três novas Cadeias Públicas em Campo Grande (MS), que ficarão prontas até o ano que vem, gerando 1.600 novas vagas no Sistema Prisional, que contará ainda com quase R$ 908 mil mensais, para a contratação de mais 300 servidores para atender o Sistema Penitenciário do Estado, através de concursos que já estão em andamento.

Um concurso específico para a contratação de 300 novos servidores do Sistema Penitenciário Estadual está sendo realizado pela Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública). O certame está na fase final e os novos funcionários da Agepen serão nomeados até o meio do ano. Segundo Jacini, com essas contratações haverá um incremento de aproximadamente 50% no quadro de pessoal da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário, em relação ao período de 2007 a 2013, totalizando 532 servidores. 

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!