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Governo admite reduzir o número de sedes para Copa

24 ABR 10 - 07h:06
Comandatuba, Bahia

O ministro dos Esportes, Orlando Silva, admitiu ontem que o governo tem um “Plano B” caso o cronograma de obras previsto para a Copa do Mundo de 2014 não seja cumprido: a redução de doze para oito do número de cidades que irão sediar a competição.
“No caso de ultrapassar o período de início das obras, o “Plano B” para a Copa do Mundo é a exclusão das cidades”, disse Silva, durante sua participação no Fórum Empresarial de Comandatuba, na Bahia.

Os estádios selecionados para a Copa do Mundo terão de passar por reformas para atender às exigências da Fifa e alguns vão ser construídos em sua totalidade. “Posso assegurar que, se uma cidade não cumprir o prazo para início das obras, em 3 de maio, corre o risco de ser excluída da Copa do Mundo. Nosso plano de contingência é para eliminar aqueles que não cumpram este prazo”, disse Orlando Silva.

O ministro explicou que a Fifa exige um mínimo de oito lugares, enquanto o Brasil quer fazer a Copa do Mundo em doze cidades. “A decisão de fazer a Copa do Mundo em doze cidades foi do presidente (Luiz Inácio Lula da Silva), de modo que todas as regiões do Brasil receberiam jogos, mas a Fifa exige apenas oito cidades”, explicou.
Os doze locais escolhidos são: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Recife, Fortaleza, Natal e Cuiabá.
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