CIDADES

Gol quase cai em córrego e condutora se fere

Gol quase cai em córrego e condutora se fere
04/08/2010 08:33 -


bruno grubertt e karine cortez

A motorista Eliane da Conceição Gonçalves, 32 anos, ficou ferida após atravessar o canteiro central da Avenida Senador Antônio Mendes Canale, próximo à rotatória da Avenida Gury Marques, em Campo Grande, e quase cair dentro do Córrego Bandeira. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, que atendeu o acidente, a jovem estava conduzindo um veículo Gol e seguia pela Rua João de Souza, não parou no cruzamento e acabou atravessando o canteiro central e as duas pistas colidindo com algumas pequenas árvores antes de parar na beira do córrego.
Os bombeiros não souberam determinar as causas do acidente e nem porque a condutora não teria parado. Pelas características do local, pôde-se perceber que ela estava em alta velocidade. Eliane teve ferimentos leves e foi encaminhada para o Hospital da Unimed. A direção do hospital não autorizou a divulgação de informações sobre o estado de saúde da paciente.

Outros acidentes
Ainda durante a tarde de ontem, outros dois acidentes aconteceram na Capital. Na Travessa Ana Vani, o motorista de um Chevette, Renan Ramos, 20 anos, ao fazer o contorno no meio da via colidiu com a motocicleta que era conduzida pelo funcionário dos Correios Welington da Silva, 23 anos, que ficou ferido e foi socorrido pelo Samu.
No cruzamento das ruas Guerra Junqueira com Coronel Manoel Cecílio, a condutora do veículo Celta, Gislaine Ortega, 24 anos, não teria respeitado a sinalização de parada obrigatória e acabou colidindo com o Fiat Uno que capotou. A motorista do Uno foi identificada como Maria Neuza Jara. Não houve feridos.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".