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NOITE DE GALA

Gilberto Gil e Adriana Calcanhotto conquistam Grammy Latino

Gilberto Gil e Adriana Calcanhotto conquistam Grammy Latino

G1

12/11/2010 - 08h39
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O cantor e compositor Gilberto Gil conquistou nesta quinta-feira (11) dois prêmios na entrega do 11º Grammy Latino, enquanto a música "Tua", de Adriana Calcanhotto, foi reconhecida como a "Melhor canção brasileira", na cerimônia realizada em Las Vegas.

Gilberto Gil levou o Grammy Latino de "Melhor álbum de música popular brasileira", por "Banda dois", e "Melhor álbum de músicas de raízes brasileiras", por "Fé na festa". Adriana Calcanho ficou com o prêmio de "Melhor canção brasileira" por "Tua", interpretada por Maria Bethânia.

A cantora gospel Marina de Oliveira também levou para casa um troféu. A brasileira conquistou o prêmio de "Melhor álbum de música cristã em língua portuguesa", com o CD "Na extremidade".

A lista de brasileiros vencedores inclui ainda a banda santista Charlie Brown Jr., cujo "Camisa 10 joga bola até na chuva" foi premiado como "Melhor álbum de rock brasileiro", e a dupla Zezé di Camargo e Luciano, na categoria "Melhor álbum de música sertaneja" com "Double face". O carioca Diogo Nogueira saiu com o prêmio "Melhor álbum de samba/pagode" por "Tô fazendo minha parte".

"Sambolero", do João Donato Trio, sagrou-se "Melhor álbum de jazz latino" enquanto "Bom tempo", de Sérgio Mendes, faturou como "Melhor álbum pop contemporâneo brasileiro".

Nas categorias gerais, o "Álbum do ano" foi entregue para "A Son de guerra", do dominicano Juan Luis Guerra. E "Mientes", do grupo mexicano Camila, ficou com o prêmio de "Canção do ano".

A maior parte dos indicados brasileiros não assistiu à cerimônia, apresentada por Hebe Camargo. Claudia Leitte e Maria Gadú, que subiu ao palco para se apresentar, também marcaram presença.

Estilo de vida

Residência deixou de ser refúgio e se tornou centro da vida cotidiana das pessoas

Apartamentos menores e condomínios refletem uma nova forma de viver nas cidades, mas especialista alerta que praticidade não pode substituir conforto, privacidade e qualidade de vida

04/08/2026 08h15

Praticidade das áreas comuns do condomínio não deve comprometer o aproveitamento do espaço das residências

Praticidade das áreas comuns do condomínio não deve comprometer o aproveitamento do espaço das residências Pexels

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A rotina das grandes cidades mudou e a forma de morar acompanhou essa mudança. Se antes a casa era o lugar para descansar depois de um dia dividido entre trabalho, academia, lazer e compromissos, hoje ela concentra praticamente todas essas atividades.

Trabalhar em home office, participar de reuniões virtuais, fazer exercícios físicos, cuidar dos animais de estimação, receber amigos, estudar e até resolver tarefas do dia a dia passaram a acontecer dentro do próprio condomínio.

Essa transformação acelerou nos últimos anos, impulsionada pelo crescimento do trabalho híbrido, pela valorização da praticidade e pela busca por mais qualidade de vida em meio aos congestionamentos e ao tempo cada vez mais escasso das grandes cidades.

Em resposta, o mercado imobiliário passou a oferecer empreendimentos que prometem reduzir a necessidade de deslocamentos, reunindo uma série de serviços em um único endereço.

Academias, espaços de coworking, lavanderias compartilhadas, pet places, minimercados, áreas gourmet, piscinas, salões de festas e ambientes de convivência já deixaram de ser considerados apenas diferenciais para se tornarem protagonistas na venda de novos empreendimentos.

No entanto, ao mesmo tempo em que os condomínios ficaram mais completos, os apartamentos encolheram.

PEQUENAS CIDADES

Segundo dados do Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,5% da população brasileira vive atualmente em apartamentos.

Outros 2,4% moram em casas localizadas em vilas ou condomínios, o que significa que cerca de 14,9% dos brasileiros vivem em empreendimentos condominiais. Em 2010, apenas 8,5% da população moravam em apartamentos.

Para Henrique Rossi Otto, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, essa nova configuração fez com que os edifícios deixassem de ser apenas conjuntos habitacionais para se aproximarem do conceito de uma pequena cidade.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo, especialista em Projetos Sustentáveis, mestre em Sustentabilidade e doutorando em Recursos Naturais, Otto explica que os empreendimentos passaram a redistribuir funções entre os espaços privados e coletivos.

“Hoje, acessar ambientes bem planejados e diversificados tende a ser mais relevante do que manter áreas amplas e pouco utilizadas. Nesse contexto, o morador busca, sobretudo, praticidade, eficiência e integração à rotina”, afirma.

Na prática, isso significa que a área privativa é reduzida para privilegiar espaços compartilhados. O apartamento passa a ser utilizado principalmente para dormir, descansar e realizar atividades mais íntimas, enquanto grande parte da convivência acontece nas áreas comuns.

Essa lógica acompanha uma mudança de comportamento. Em vez de investir em um imóvel grande, muitas pessoas preferem morar em apartamentos compactos localizados em regiões mais próximas do trabalho ou dos serviços urbanos.

O ganho de tempo acaba sendo visto como um benefício tão importante quanto a própria metragem.

Além disso, os condomínios funcionam como uma espécie de facilitador da rotina. Em poucos minutos é possível fazer exercícios físicos, trabalhar em um ambiente adequado para reuniões, passear com o cachorro ou encontrar amigos sem sair do prédio.

LIMITAÇÕES

Praticidade das áreas comuns do condomínio não deve comprometer o aproveitamento do espaço das residênciasFoto: Pexels

Em alguns casos, no entanto, toda essa praticidade proporcionada pelos condomínios tem um preço.

Segundo Otto, existe um limite entre otimizar espaços e comprometer a qualidade da moradia.

“Quando a unidade se torna pequena demais, há o risco de reduzir a moradia a um espaço apenas funcional, insuficiente para atender a necessidades essenciais como privacidade, recolhimento e autonomia”, alerta.

A observação chama atenção para um dos principais debates da arquitetura contemporânea. Afinal, até que ponto os apartamentos podem continuar diminuindo sem afetar a qualidade de vida?

Embora os espaços compartilhados sejam importantes, eles não substituem completamente aquilo que a residência representa.

A casa continua sendo o lugar do descanso, da intimidade e do silêncio. É onde as pessoas precisam conseguir trabalhar com tranquilidade, dormir bem, estudar, receber familiares ou simplesmente permanecer sozinhas quando desejarem.

Quando essas necessidades deixam de ser atendidas dentro do apartamento, surge uma dependência excessiva das áreas comuns.

Na teoria, um coworking equipado ou uma academia moderna representam conveniência. Na prática, porém, esses espaços precisam atender dezenas – ou até centenas – de moradores.

Em horários de maior movimento, é comum encontrar salas de trabalho ocupadas, equipamentos de academia disputados, lavanderias compartilhadas com filas de espera e áreas de convivência indisponíveis por causa de eventos ou reservas.

Assim, a promessa de uma rotina mais prática pode dar lugar a um problema conhecido das grandes cidades: a disputa por espaço.

Em vez de eliminar os desafios urbanos, alguns empreendimentos acabam reproduzindo internamente dificuldades como superlotação, espera e limitação de acesso.

Por isso, especialistas defendem que apartamentos compactos precisam ser resultado de projetos inteligentes, e não apenas da redução da área construída.

APROVEITAMENTO

Uma planta bem planejada consegue aproveitar melhor cada metro quadrado disponível. Ambientes integrados, móveis multifuncionais, armários planejados, boa iluminação natural, ventilação cruzada e o aproveitamento da altura do imóvel ajudam a ampliar a sensação de conforto mesmo em espaços menores.

Ainda assim, Otto destaca que soluções de design não substituem uma boa arquitetura.

Uma planta mal distribuída pode comprometer completamente a funcionalidade do imóvel, independentemente da decoração ou do mobiliário escolhido.

Na hora de comprar ou alugar um apartamento, a metragem também não deve ser o único fator considerado.

Especialistas recomendam observar aspectos como a distribuição dos cômodos, a proporção entre área útil e circulação, a incidência de luz natural, a ventilação, o isolamento acústico, a infraestrutura do bairro, os custos mensais do condomínio e, principalmente, a real capacidade das áreas comuns atenderem o número de moradores.

INDIVIDUALIDADES

Outro aspecto importante é compreender o próprio estilo de vida.

Quem trabalha integralmente em home office, por exemplo, tende a passar muito mais tempo dentro do apartamento do que alguém que utiliza o imóvel apenas para dormir. Nesses casos, uma planta confortável pode fazer mais diferença do que uma ampla oferta de serviços compartilhados.

Da mesma forma, famílias com crianças pequenas, idosos ou pessoas que valorizam momentos de privacidade podem sentir mais necessidade de ambientes internos bem resolvidos do que moradores cuja rotina acontece predominantemente fora de casa.

Diálogo

O velho ensinamento de que "em casamento ou batizado não se vai sem convite"... Leia na coluna hoje

Leia a coluna desta terça-feira (4)

04/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Érico Veríssimo escritor brasileiro

"Eu não devia observar tanto, pensar tanto. Se vivesse mais no ar, era mais feliz. Quando a gente quer olhar tudo, acaba descobrindo o que há de feio no mundo” 

FELPUDA

O velho ensinamento de que “em casamento ou batizado não se vai sem convite” parece ter voltado à moda. Dizem as más-línguas que parlamentar tentou prestigiar, ou melhor, aproveitar um rega-bofe promovido por conhecida instituição, mas acabou barrado na porta pelos seguranças. A reação foi imediata: redes sociais, discurso de vítima e muita indignação com o tratamento considerado indigno para com a pessoa em questão. Em tempos de campanha eleitoral, qualquer contratempo rende alguns minutos de exposição. Só faltou pedir investigação sobre o cardápio...

É cada uma!...

A deputada comunista Jandira Feghali quer proteger os gamers e, de quebra, criar o Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos. O projeto ainda abre brecha para se receber incentivos pela Lei Rouanet.

Mais

A proposta prevê também regras para empresas que encerrarem servidores, com aviso prévio, alternativas aos jogadores e multas em caso de descumprimento. Pode?

Diálogo

Está no Senado para análise o projeto de lei que assegura aos povos indígenas e tradicionais o direito de usar elementos de indumentária, como cocares e turbantes, em fotografias de documentos oficiais de identificação. Desde que esses elementos não impeçam o reconhecimento da fisionomia da pessoa, será permitida a utilização de fotografia com indumentária tradicional em documentos como carteiras de identidade, de motorista, de trabalho e Previdência Social, além do passaporte. O projeto é de autoria da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) e a relatoria é da deputada Sônia Guajajara (Psol-SP). O direito deverá ser regulamentado segundo as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.

Diálogo Osmar Bastos, em noite de posse na Academia Brasileira  de Medicina Veterinária, reconhecimento pelo trabalho científico  e jornalístico na profissão que escolheu há 50 anos - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoVladimir Maluf - Foto: André Ligeiro

Pra valer

Encerradas as convenções, termina o espetáculo das homologações e começa a fase em que a papelada pesa mais que os discursos. Até o dia 15, partidos e federações devem registrar oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral. Depois disso, cada nome será analisado quanto à documentação, elegibilidade e exigências legais. Em outras palavras, o palanque dá lugar ao processo. E nem sempre quem sobe ao palco consegue passar pela burocracia, seja por um motivo ou outro, conforme ensina a história política do Estado.

Na real

O candidato ao governo de MS pelo PT, Fábio Trad, participou da convenção que homologou a candidatura de Lula à reeleição. No material distribuído à imprensa, trecho do discurso do petista-morchamou atenção: “Eu peço desculpas pelos erros que eu cometi, peço desculpas pelas coisas que eu não fiz...” A declaração, feita durante exaltação da gestão, dividiu espaço com o reconhecimentode falhas e falsas promessas. Para adversários, um prato cheio.

Atrevidos

Nem hospital escapa mais das ações dos ladrões. Em Dourados, criminosos serraram a tubulação de cobre do Hospital da Vida durante a madrugada, provocando infiltrações e obrigando à transferência de nove leitos para os corredores. Além do prejuízo material, o furto colocou pacientes em risco e acendeu alerta para a segurança da unidade. A Polícia Civil investiga o caso. E, no fim, a conta acaba sobrando para toda a população.

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. José Roberto Paquera,
  • Laís Doria Passos Monteiro 
  • de Barros, 
  • Henrique Ceolin,
  • Luciana Condi, 
  • Reginaldo Alves de Araújo, 
  • Roberto Arruda Amorim,
  • de Almeida e Silva, 
  • Artur Dias de Souza,
  • Edmundo Ribeiro do Nascimento Júnior,
  • Claudemir Aparecido da Silva Amaral,
  • Diogo Ferreira Rodrigues,
  • João Ermelino de Mello,
  • Almir Dalpasquale, 
  • João Pereira Filho,
  • Marilene Cavalheiro Fernandes,
  • Domingos Marciano Fretes,
  • Carlos Eduardo Miranda Teodoro, 
  • Lucas da Rosa,
  • Gildo Pereira,
  • Paulo César Santos Pereira, 
  • Munir Saad, 
  • Marcelo Michelin,
  • Dr. Élio Marsiglia,
  • Keyla Márcia Almeida Arruda,
  • Dr. Paulo Marcos Esselin, 
  • Manuel Inácio Dias,
  • Wilma Brito Soares,
  • Lúcia Regina da Cruz Butkevicius,
  • Onildo Bezerra Pinho,
  • João Yusei Uehara,
  • Luciana Amizo Câmara,
  • Wilson Pinheiro,
  • Newton de Araujo,
  • Denise de Moraes,
  • Júlio Cesar Durães dos Santos,
  • Marcelo Derly Amador de Souza,
  • Edmar Rodrigues dos Santos,
  • Vanderley Souza de Andrade,
  • Luiz Felipe Ferreira dos Santos,
  • João Rafael Vieira Autal,
  • Kelly Cristina de Araújo,
  • Adaildo José de Carvalho,
  • Francisco Cubel Zuriaga,
  • Dra. Ronilce Lopes Parreira Furquim, 
  • Hélio Kawahira,
  • Dr. Gerson Leme, 
  • André Luiz Cavalcante,
  • Justino Machado Nogueira,
  • José Carlos Macorin,
  • Adriana Police dos Santos,
  • José Antônio Sanches,
  • Rosângela Toledo Patay,
  • Amanda Barbosa Grisoste Brandão,
  • Alan Fabricio Bento,
  • Nilce Alves de Oliveira Freire,
  • Cleuza Aparecida Medeiros,
  • Lauro Nunes da Cunha,
  • Miguel da Rocha,
  • Elza Prado Maia,
  • Helena Lúcia de Arruda Carneiro,
  • José Tiradentes Lima Neto,
  • Orivaldo Cardoso Filho, 
  • Elias Pereira de Souza,
  • Ana Beatriz Charbel,
  • Joaquim Domingos Roriz,
  • Álvaro Scriptore Filho, 
  • Ednar Lopes Mendes,
  • Gilmar Elias Batista,
  • Márcia Meira de Paula,
  • Caroline Vieira Nantes,
  • Nádia Nascimento,
  • Mônica Pacheco Valente,
  • Pedro Paulo Barbosa,
  • Jairo Gonçalves dos Santos,
  • Domingos Ancelmo da Silva,
  • Elsa Aparecida Rosa,
  • Renato Torres Assis,
  • Erika Alvares dos Santos,
  • Rosimeire da Conceição Pereira França,
  • Micheli Buccini,
  • Larissa Ferreira,
  • Theresa Cristina Monteiro,
  • Adriana Paula da Cruz Ribeiro Jamusse,
  • Otávio Bitencourt Rosa,
  • Rosimeire Alves de Oliveira,
  • Ana Lúcia de Souza Leite Rachel,
  • Izabel Cristina Mello Delmondes Ocampos,
  • Maria do Socorro Moraes Canteiro,
  • Hassan Hajj,
  • Nair Irene Lamana de Oliveira,
  • Jacir Vieira de Barros,
  • Maria Edina Araujo da Fonseca Ubida,
  • Zenilton Aparecido da Silva,
  • Janice Matiko Higa Rodrigues,
  • Valdai Nery de Mello,
  • Leonardo dos Santos Farias,
  • Renilda Rodrigues Figueiredo,
  • Estevão Rocha dos Santos,
  • Tânia Ferriol, 
  • Nelson Duenhas,
  • Renato de Aguiar Lima Pereira,
  • Fernando Martins de Souza,
  • Manuel Silva Rodrigues Cação,
  • Humberto Luis Candeo Fontanini.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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