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VIOLÊNCIA

Garoto de dez anos é espancado pela mãe e padrasto por ter perdido R$ 2

Garoto de dez anos é espancado pela mãe e padrasto por ter perdido R$ 2
06/04/2011 16:10 - RÁDIO CAÇULA


Uma criança de 10 anos foi espancada ontem (5) em Três Lagoas pela mãe R.M.S e o padrasto M.P.C S de 30 anos, depois de perder uma cédula de R$ 2.

Segundo o Conselho Tutelar, ontem a diretora da Escola Municipal Senador Ramez Tebet percebeu que a criança chegou ao colégio com alguns hematomas pelo corpo e avisou as conselheiras do município.

Em contato com o menino, ele explicou que saiu para comprar pão em uma padaria próxima de sua residência no bairro Paranapungá, mas acabou perdendo o dinheiro. Ele refez o caminho do estabelecimento comercial até a sua casa para tentar encontrar os R$ 2, porém não o achou.

A criança retornou para a casa sem o dinheiro, e foi agredido pela mãe com uma pá que veio a provocar um corte em sua perna direita. O padrasto que assistiu as agressões se apossou de um relho (chicote utilizado para bater no cavalo), e também bateu no menino deixando hematomas nas costas e na região do tórax. O casal está junto há um ano e tem um filho de seis meses.

Depois de conversar com o estudante, as conselheiras tutelares registraram um boletim de ocorrência e levaram o garoto para fazer exame de corpo de delito. Após tomar todas as providências necessárias ao caso, o Conselho Tutelar levou o menino até a casa do avô materno aonde minutos depois chegou o padrasto da criança.

Descontrolado, o padrasto puxou o menino das mãos da conselheira e ainda tentou agredi-la sendo necessário o apoio da Rotai ( Rondas Ostensivas e Táticas do Interior).

Na manhã de hoje (6) o Conselho Tutelar esteve na escola para saber sobre a situação da criança, e as conselheiras foram surpreendidas pelo menino que pediu para voltar órgão, pois ele havia gostado muito de estar com as conselheiras.

O caso foi levado ao conhecimento da Promotoria de Infância e Juventude de Três Lagoas que irá tomar as providências cabíveis.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?