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ALTERNATIVA

Fruticultores ganham com desidratados

Fruticultores ganham com desidratados
02/02/2014 15:15 - AGÊNCIA BRASIL


Uma alternativa de negócio está ajudando fruticultores a agregarem valor à produção e evitarem o desperdício. A técnica de desidratação de frutas tem permitido a eles vender o produto por um valor maior, evitar o desperdício causado por más condições de transporte e logística e não jogar fora o excedente da colheita. O quilo da fruta desidratada chega a ser vendido por preço 90 vezes superior ao da fruta in natura.

Embora a versão desidratada perca cerca de 70% do peso, em função da retirada da água, na avaliação dos produtores rurais a atividade compensa. Agricultores de várias partes do país têm recebido consultoria e capacitação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Na cidade de Ipiranga, no Piauí, a 260 quilômetros da capital, Teresina, a desidratação de frutas diversificou o portfólio de produtos da empresa familiar Lili Doces. Henrique José de Sá Lopes, um dos proprietários ao lado do irmão, conta que a fábrica sempre plantou as frutas utilizadas no preparo dos doces e existe há 18 anos.

Há três anos, a empresa começou a fazer o processo de desidratação, primeiro usando o calor do sol. Como a técnica não é considerada a mais adequada, posteriormente foram adquiridas quatro máquinas de desidratação e construída uma área especial para o processo. De acordo com Henrique Lopes, o investimento foi de R$ 30 mil a R$ 40 mil, valor coberto em um ano e meio.

A ideia de entrar no mercado das frutas desidratadas partiu do empresário Leonardo Chiappetta, com lojas no Mercado Municipal de São Paulo e no Shopping Eldorado. Henrique contatou o empresário que há muitos anos comercializa produtos desidratados, em uma feira de negócios. "Eu tinha muitas frutas que ele não tinha em São Paulo, como caju, buriti, abacaxi, goiaba, bacuri. O Sebrae trouxe ele e um pessoal de São Paulo que já fazia frutas desidratadas e passaram duas semanas fazendo curso conosco”.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!