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CAMPEONATO CARIOCA

Fred empata <br>no fim e salva <br>o Fluminense

Fred empata <br>no fim e salva <br>o Fluminense
26/02/2014 23:11 - g1


Tudo caminhava para mais um dia ruim. A torcida do Fluminense, ainda com a marca da derrota por 3 a 0 para os reservas do Botafogo, ficou impaciente. Seria a segunda derrota seguida, mas Fred fez no Moacyrzão o gol de empate por 1 a 1 aos 47 minutos e evitou que a Cabofriense assumisse a vice-liderança do Campeonato Carioca. De quebra, o atacante, que havia perdido um lance feito, chegou a 114 gols com a camisa do Flu e entra no top 10 da artilharia do clube.

- No lance do gol fiz bem o que a jogada pediu. O pior foram os gols perdidos. No primeiro, quase sem goleiro, também errei. Hoje a nossa equipe sofreu. Abrimos o meio para buscar o empate e, ao menos, conseguimos - disse Fred.

A maioria dos 1.580 pagantes que assistiram ao jogo, até tentou aplaudir o inseguro Ailton, gritaram timidamente o nome de Diguinho, mas com a iminente derrota depois do gol de Daniel Tijolo, passou a bradar "olé" ironicamente e a vaiar a equipe, ainda na vice-liderança, com 23 pontos. 

O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Friburguense, 19h30m (de Brasília), no Maracanã. A Cabofriense, terceira colocada, joga quinta, no mesmo horário, no Raulinho de Oliveira.

Faltou acertar o gol

Renato Gaúcho mudou a forma de jogar do Fluminense. Com a suspensão de Valencia, optou por mudar o esquema, migrando do 4-4-2 para o 4-3-3. Biro Biro formou o trio ofensivo com Rafael Sobis e Fred. O jovem atacante deu mais velocidade ao time, mas pecou na hora de finalizar em pelo menos três chances. Defensivamente, teve a atenção chamada por Renato quando demorou a recompor a marcação: "Está cansado?", perguntou o técnico.

A Cabofriense explorava o lado direito do ataque para chegar ao gol. Muito em função do nervosismo demonstrado por Ailton, lateral-esquerdo de 18 anos promovido ao time titular para substituir Carlinhos, que tem uma pubalgia. A torcida do Flu tentou incentivar, gritou o seu nome, mas, perdido, mostrava-se insegurança e chegou a levar um cartão amarelo ao matar um contra-ataque do adversário.

O erro e o acerto

A má atuação somada ao cartão, tornou previsível a saída de Ailton, que deu lugar a Chiquinho na volta do intervalo. Também ao retornar, Fred lembrou que estava um pouco isolado na área, pois Sobis e Biro Biro se posicionaram pelas pontas. Mas fez a ressalva sobre a importância jogadas laterais. Funcionaram os dois. Chiquinho deu nova dinâmica, acertou cruzamentos, um deles na medida para Gum mandar para fora. Deu certo também a jogada pela direita de Jean na cabeça de Fred, no limite da pequena área. Não deu certo a finalização. Livre, o camisa 9 errou o gol.

A pontaria que faltou a Fred, logo em seguida sobrou para Daniel Tijolo. Depois de assustar em alguns cruzamentos, o time da Região dos Lagos abriu o placar com finalização certeira do meio de campo: 1 a 0 Cabofriense. A iniciativa imediata de Alexandre Barroso foi tirar o meia Éberson e lançar o zagueiro Arthur Sanches para recuar.

Walter e Wagner entraram para aumentar o poder ofensivo. Fred voltou a quase marcar. Mas só aos 47 minutos, lançamento de Walter, usou o corpo e fez o seu 114º gol, agora um dos dez maiores artilheiros da história do Fluminense.

Felpuda


Mensagens trocadas por aí mostram que deverá “virar moda” políticos anunciarem que testaram positivo para a Covid-19. E sem medo de dizer que isso é porque o presidente Jair Bolsonaro anunciou ter sido infectado, e aí essa tchurminha estaria interessada também em ganhar holofotes. Porém, ressaltam que, como não se pode duvidar de coisa séria, o jeito é desejar “restabelecimento”. E não deixam de lembrar que o risco é a população descobrir que não fazem a menor falta. Essa gente...