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Foragido morre em troca de tiros com a PM

Foragido morre em troca de tiros com a PM
15/07/2010 08:13 -


karine cortez | Nadyenka castro

Foragido do regime semiaberto, Anderson de Jesus Cavanha, 33 anos, trocou tiros com a Polícia Militar (PM) durante perseguição na noite de terça-feira e acabou sendo morto pelos policiais depois de ser atingido por dois tiros – no pé direito e nas costas –, em Campo Grande. A ação envolveu cerca de dez policiais militares, sendo oito do grupo de Rondas Táticas da Capital (Rotac) e dois do 9º Batalhão da PM.

De acordo com boletim de ocorrência policial registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) como desobediência, tentativa de homicídio, resistência e morte a esclarecer, a perseguição teve início às 22h40min quando policiais militares pararam um ônibus, na Rua Acrópole, no Bairro Danúbio Azul, para abordagem de rotina. Anderson, que estava dentro do veículo, acabou fugindo.

Os policiais foram atrás dele, que tentou se esconder no quintal da residência de uma mulher. A moradora saiu da casa e pediu ajuda aos policiais, que foram recebidos com tiros disparados por Anderson. O criminoso tentou fugir novamente pulando muros das residências e efetuou dois disparos contra a guarnição.
Os militares revidaram e acertaram no pé direito e nas costas de Anderson. De acordo com informações da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe), os policiais levaram o rapaz até a Santa Casa, onde ele morreu à 00h34min de ontem.

Antecedentes
Anderson já esteve preso nas cadeias de Mato Grosso do Sul pelos crimes de homicídio, disparo de arma de fogo em via pública e roubo, entre o fim da década de 90 até junho de 2006, quando fugiu do regime semiaberto pela primeira vez. Foi recapturado dois meses depois, encaminhado ao regime fechado, mas voltou ao semiaberto, de onde novamente se evadiu, em maio deste ano.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".