DEZ ANOS DEPOIS

Flamengo quita dívida milionária com Petkovic

Flamengo quita dívida milionária com Petkovic
12/03/2014 13:30 - terra


Uma página constrangedora da história do Flamengo terminou no último mês. O clube conseguiu, após muito custo, quitar a dívida milionária que tinha com o meio-campista Petkovic após dez anos de débito com o ídolo. O valor inicial da dívida era pouco mais de R$ 17 milhões, mas, como a situação ficou indefinida por anos, acordos foram feitos entre 2009 e 2010 para fixar o montante a ser pago em R$ 10 milhões.

Segundo declarações recentes do atual diretor jurídico do Flamengo, Bernardo Accioly, 85% deste valor foi depositado diretamente na conta pessoal de Petkovic, enquanto o restante foi destinado a seus advogados. A 47ª e última parcela de R$ 200 mil foi paga pelo Flamengo no mês de fevereiro deste ano, encerrando o débito.

Quando os acordos foram feitos, há cerca de cinco anos, dirigentes do Flamengo mostraram opiniões distintas quanto aos valores e Petkovic se mostrou frustrado com as longas negociações. Em 2009, houve muita polêmica na parte jurídica do clube pois o jogador voltou a vestir a camisa rubro-negra durante as conversas para o acerto da dívida. Além disso, o diretor Ércio Braga chegou a pedir demissão por considerar os valores abusivos.

No ano seguinte, Pekovict alegou descumprimento do acordo e novas negociações foram feitas. De lá para cá, porém, pouco se falou da situação. Com a última parcela quitada, o montante pago pela atual gestão flamenguista chega próximo aos R$ 3 milhões.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".