terça, 17 de julho de 2018

Denarc

Flagrados em SP foram levados para presídio

26 OUT 2010Por Vânya santos01h:25

 

Os dois sul-mato-grossenses presos com carregamento de 600 quilos de cocaína, na última quinta-feira, num sítio em Ibiúna, região de Sorocaba, em São Paulo, seguiram ontem para o sistema prisional daquele Estado. Por medida de segurança, a polícia não informa para qual unidade eles foram encaminhados. De acordo com o diretor do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), Marco Antônio de Paula Santos, o comerciante Gilmar Flores, de 48 anos, que mora na Rua 15 de Novembro, em Campo Grande, e o servente de pedreiro Leandro Cáceres Guimarães, de 27 anos, que reside em Antônio João, ficaram inicialmente numa cadeia de trânsito e, ontem foram levados para um presídio indicado pela Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP).
 
Além dos sul-mato-grossenses, foram presos os traficantes Ronaldo Cavalcanti de Oliveira, 38 anos, Mohamad Ali Jaber, 41 anos, e Everson Pereira da Silva, de 35 anos. Os 600 quilos de cocaína estavam acomodados em engradados de madeira escondidos sob uma carga de açúcar. Após entregar o produto em São Paulo, os acusados recuperaram os engradados e colocaram a droga num fundo falso embaixo do assoalho de um caminhão Sprinter. A cocaína, avaliada em US$ 14,4, milhões abasteceria as regiões do ABC Paulista, parte da zona sul, Baixada Santista e região central de São Paulo.
 
O delegado Marco Antônio garantiu que o trabalho de investigação está só começando e não descarta a possibilidade de haver mais diligências com  base nos dados coletados pela polícia antes e depois das prisões. “O trabalho não se dá por encerrado porque temos que definir a origem exata da droga, para quem ela seria entregue e se mais pessoas estão envolvidas”, detalhou.
 
Antecedentes
Informações extraoficiais dão conta de que Gilmar, que seria dono de uma empresa que presta serviço de terraplenagem em Campo Grande, já foi presos duas vezes pelas Polícia Federal, sob a acusação de tráfico de drogas. Já o servente Leandro não tem antecedentes criminais, conforme a Rede Infoseg, que integra informações de segurança pública, Justiça e fiscalização.

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