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sábado, 23 de fevereiro de 2019 - 03h46min

Fiscalização aponta irregularidades em Nova Andradina

22 MAR 10 - 08h:06
Fiscalização da Controladoria- Geral da União (CGU) detectou irregularidades em programas desenvolvidos na Prefeitura de Nova Andradina, município 298 quilômetros distante de Campo Grande. Os problemas estão em projetos do Ministério da Educação (MEC), no Bolsa Família, em obras paralisadas e no desperdício de dinheiro público. Segundo o levantamento do órgão, até servidores municipais beneficiavam- se com recursos do Bolsa Família. Constatou-se que o programa auxiliava pessoas com renda superior à permitida. É o caso de 38 funcionários da prefeitura, que recebiam o benefício. Após a notificação, o prefeito José Gilberto Garcia (PMDB) bloqueou os titulares e realizou novo cadastramento. Além disso, alunos beneficiários apresentaram frequência escolar inferior à exigida pelo governo federal. No Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, a fiscalização verificou ausência de estrutura física adequada. Salas de aula apresentaram infiltrações e a quadra de esportes serve como depósito de entulhos. Desperdício A equipe da CGU notou, no Programa de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, desperdício de dinheiro público devido ao armazenamento incorreto de medicamentos. Alguns remédios ficavam próximos a cestos de lixo hospitalar. No Programa Saúde da Família, falta prestação de contas, o que pode acarretar no cancelamento do serviço no município. A prefeitura alegou problemas no envio dos relatórios. A Controladoria-Geral da União também constatou deficiência no atendimento Cassação pode ser benéfica para Arruda VANTAGENS Caso a Justiça mantenha a decisão do TRE-DF, Arruda terá garantidos os direitos políticos, por exemplo, o que o deixaria livre para concorrer às eleições de 2012 ELZA FIÚZA/ABR Decisão que cassou o mandato de Arruda pode ser uma saída para vários problemas que o pivô do escândalo do mensalão do DEM enfrenta de agentes de saúde. Conforme a fiscalização do órgão, o agendamento das consultas não acontecia, gerando filas nos postos de saúde. O relatório da CGU foi encaminhado ao Ministério Público Federal e Estadual, ao Tribunal de Contas da União, à Câmara dos Deputados, ao Senado, à prefeitura e à Câmara Municipal de Vereadores.
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