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Filme brasileiro vence prêmio da crítica em Berlim

Filme brasileiro vence prêmio da crítica em Berlim
14/02/2014 23:00 - Folhapress


O filme "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", do diretor paulistano Daniel Ribeiro, 31, recebeu na tarde de hoje o prêmio da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema) como o melhor filme da mostra Panorama da Berlinale, em Berlim, na Alemanha.

"Acabamos de ganhar, ficamos super surpresos", disse Ribero à reportagem logo após a cerimônia de premiação. "A gente esperava que o filme agradasse ao público, mas não sabia que os críticos também fossem gostar."

O longa de Daniel teve sua estreia na noite de segunda-feira no festival internacional de cinema da capital alemã. Durante o filme, a plateia aplaudiu em determinadas cenas e, ao fim da sessão, todos os presentes ovacionaram o longa de pé por alguns minutos.

A história contada pelo diretor, nascido e criado em São Paulo, é centrada em Leo, interpretado por Ghilherme Lobo, um adolescente cego que se apaixona por Gabriel (Fábio Audi), o menino novo que acabou de entrar no colégio. O longa mostra o processo de descoberta e aceitação entre os dois garotos, que contam sempre com o apoio da melhor amiga de Leo, Giovana (Tess Amorim).

Todo ano a Fipresci premia um filme nas mostras de Competição, Panorama e Forum da Berlinale. Segundo o diretor brasileiro, a equipe foi avisada na noite de ontem sobre a vitória. "Está todo mundo super contente e os meninos [Ghilherme, Fábio e Tess] já até estão virando celebridades aqui em Berlim", brincou Ribeiro, afirmando que o elenco apresentaria dentro de algumas horas um dos prêmios do Teddy Awards - a premiação tem cunho político e é direcionada para filmes e pessoas que tratam de conteúdo "queer" com o objetivo de contribuir para a tolerância e igualidade na sociedade. 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?