Filho de Alckmin escapa de tiroteio em cerco de criminosos em SP

Filho de Alckmin escapa de tiroteio em cerco de criminosos em SP
03/02/2014 19:00 - G1


O filho e a neta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), ficaram no meio de um tiroteio após serem abordados por criminosos na noite deste domingo (2) na capital paulista.
Thomaz Rodrigues Alckmin e a filha dele estavam no carro, em uma rua que dá acesso à Marginal Pinheiros, no Morumbi, na Zona Sul, quando outro veículo parou na frente, impedindo a passagem, e homens saíram armados. O filho do governador estava acompanhado por um carro de escolta. Os policiais militares reagiram e houve troca de tiros com os criminosos.

Thomaz e a filha foram retirados do local em segurança, sem ferimentos. Os criminosos fugiram em seguida. O carro usado por eles foi encontrado logo depois abandonado e com marcas de sangue. A Polícia Civil apura o caso e até as 17h não havia confirmação se os dois foram vítimas de uma tentativa de assalto ou outro crime.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública diz que “não descarta nenhuma hipótese até o momento” sobre o caso. Thomaz é o filho mais novo do governador Geraldo Alckmin. Em 2002, ele já havia sido alvo de criminosos. Um PM que fazia a segurança de Thomaz foi baleado e morreu após trocar tiros com bandidos na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo.

Vice-governador
Em abril do ano passado, a filha do vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, foi vítima de uma tentativa de assalto também no Morumbi. O caso aconteceu quando Maria Cecília Domingos Sahyoun levava o filho de 2 anos para a escola.

Ela parou no cruzamento entre as ruas Dr. Flávio Américo Maurano e Dr. Getúlio de Paula Santos para que dois homens atravessassem a rua. Eles se aproximaram do carro, sacaram as armas e anunciaram o assalto. Ela, então, acelerou o veículo, que é blindado. Os ladrões dispararam dois ou três tiros que acertaram o vidro e a lataria do carro.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".