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Feira-livre do tráfico atormenta vida de comerciantes há anos

Feira-livre do tráfico atormenta vida de comerciantes há anos
06/04/2010 20:58 -


bruno grubertt

 

Há pelo menos três anos, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande já vem mantendo conversas com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com intenção de minimizar os problemas que a criminalidade tem causado para os comerciantes do centro da Capital. O tráfico de drogas, presente na região, vem aumentando a cada dia, mesmo com a presença da polícia.

Na edição de ontem, o Correio do Estado mostrou a feira-livre do tráfico de drogas que se forma à noite, no centro de Campo Grande, quando os estabelecimentos fecham as portas. O problema, porém, é que a necessidade de obter dinheiro e objetos para trocar por drogas faz com que os viciados que se reúnem na região pratiquem roubos e pequenos furtos, o que causa prejuízo para os empresários.

De acordo com a assessoria de imprensa da associação, desde o governo anterior a diretoria da entidade reúne-se com a secretaria de segurança para discutir soluções para o problema. Apesar do aumento do efetivo da Polícia Militar, que tem realizado rondas constantes pela região, vendedores e usuários de drogas não se intimidam e continuam a frequentar as ruas do Centro de Campo Grande, durante a madrugada, e acabam transformando esses locais em grandes bocas de fumo.

Segundo o que foi dito por lojistas que têm seus estabelecimentos situados na Rua 7 de Setembro, a preocupação deles é com relação à integridade de seus comércios, que ficam suscetíveis a arrombamentos e furtos, o que ocorre com frequência. A Associação Comercial confirma a preocupação e o constante registro desses crimes, principalmente no entorno da Rua 15 de Novembro, no centro.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".