Famílias assentadas pedem a volta de serviço de ônibus

Famílias assentadas pedem a volta de serviço de ônibus
03/02/2010 07:44 -


Cerca de sessenta moradores de assentamentos de Sidrolândia reivindicam a volta da linha de ônibus que liga a área rural do município a Campo Grande. O grupo esteve ontem pela manhã na sede da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan) para uma reunião com representantes da autarquia. Segundo a moradora do assentamento Eldorado I, Terezinha Costa, até há duas semanas a linha era feita pela empresa Cruzeiro do Sul. Porém houve modificação da empresa responsável. “O novo ônibus nunca apareceu lá, estamos isolados”, afirmou. “Viemos reivindicar a volta do transporte. Reunimos as lideranças das 621 famílias para tentar resolver essa situação”. O ôn ibus, con forme Terezinha, passa duas vezes por dia, pela manhã e no fim da tarde. “O assentamento fica a 80 quilômetros de Campo Grande e a 60 de Sidrolândia. Na maioria das vezes, os moradores preferem vir para Campo Grande e resolver todas as pendências”. O preço da passagem era de R$ 15. “Mas já nos avisaram que, com a nova empresa, subirá para R$ 27”. O problema maior, explicou a Agepan aos manifestantes, é que nenhuma empresa mostrou i nteresse em explorar a rota. Uma das opções levantadas pelos moradores é o transporte com vans, feito pelos assentados, mas para isso seria necessário regularizar a situação do veículo. “Vamos aguardar, mas enquanto isso continuaremos sem ônibus”, lamentou Terezinha.
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".