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Falta de mão de obra inflaciona salários

3 ABR 11 - 00h:00Carlos Henrique Braga

O avanço econômico experimentado nos últimos anos intensificou a necessidade de profissionais com curso superior. Faltam pedreiros para tocar as obras em Campo Grande, mas também faltam engenheiros e arquitetos especializados. Na prática, a falta de gente superqualificada fez o engenheiro Lídio Fernandes, da Engegrande, desembolsar 100% a mais para manter a equipe. Ele paga R$ 3 mil para o estagiário de arquitetura, mesmo salário inicial proposto a engenheiros na Fundação Social do Trabalho (Funsat).

É nesse setor que o déficit de mão de obra é mais explícito (entre pedreiros e outras funções de base o déficit na Capital é de 6 mil pessoas), porém não é preciso reforçar os quadros só na construção. Médicos veterinários sem especialização, por exemplo, demoram mais a encontrar emprego. Na saúde humana, a aceleração econômica turbinou a rede pública, aquecendo a demanda por médicos na Capital, enquanto o interior deixou de ser o Eldorado para os doutores.

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