Excesso de pedidos atrasa entrega de tablets do Google em todo o mundo

Excesso de pedidos atrasa entrega de tablets do Google em todo o mundo
19/07/2012 13:00 - techtudo


Ao que tudo indica, o Google acertou em cheio ao lançar o seu próprio tablet. Prova disso é que a empresa teve que atrasar a entrega de algumas unidades do Nexus 7 por conta da demanda acima do esperado. A companhia publicou em seu blog oficial uma nota explicando que só enviará no tempo correto as encomendas feitas até o último dia 13 de julho. Todos que compraram o aparelho depois disso terão que aguardar um pouco.

O post traz detalhes para os usuários que compraram o dispositivo na pré-venda em quatro países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. Nos EUA, os aparelhos com 8 GB de capacidade de armazenamento comprados até o dia 13 já foram todos enviados. O processo para os de 16 GB ainda está em andamento, mas deve se encerrar já nesta quinta (19). O restante só será enviado na próxima semana.

O Google pede calma aos mais ansiosos. “Não fique preocupado, eles estarão em suas mãos em breve”, dizem.

No Canadá, o tempo de espera até os aparelhos de 16 GB chegarem é de uma a duas semanas. Os de 8 GB também já foram enviados. Enquanto isso, no Reino Unido, a previsão é um pouco diferente: sexta-feira (20) é a data limite para enviar os Nexus 7 de 8 e 16 GB comprados até 30 de junho. O restante só vai começar a ser enviado na próxima semana.

Na Austrália, a situação é mais animadora: os produtos que ainda não foram despachados sairão na quinta, chegando às casas de seus novos donos em três-cinco dias.

Ainda não há previsão oficial da chegada do Nexus 7 ao Brasil. Em alguns países, como EUA e Canadá, ele mal chegou às lojas físicas e já se esgotou.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".