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Ex-presidiário executado com cinco tiros em bairro de Dourados

Ex-presidiário executado com cinco tiros em bairro de Dourados
15/04/2010 04:36 -


Fábio Dorta, Dourados

O ex-presidiário Roberval Gonçalves da Silva, de 23 anos, conhecido como ‘Val’  e que havia cumprido pena por tráfico de drogas, foi assassinado com cinco tiros à queima-roupa. O crime ocorreu na noite de anteontem, por volta das 22h, em frente à Praça Paraguaia, no Bairro Jardim Itália, em Dourados. O autor do homicídio está foragido.
Conforme a ocorrência registrada no plantão do 1º Distrito Policial, testemunhas disseram que Val trafegava de bicicleta, junto a uma outra pessoa, pela Rua Independência.
Ao chegarem à Praça Paraguaia, o homem que estava com ele, também de bicicleta, sacou um revólver e efetuou os disparos.
O ex-presidiário foi atingido por dois tiros no peito, um no braço esquerdo, um nas costas e outro no ombro esquerdo. A Polícia Militar foi chamada por moradores da região e, em seguida, chegaram equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ele já estava morto. O criminoso fugiu e até o final da tarde de ontem ainda não havia sido capturado.
Homicida preso
Na manhã de ontem, equipes do 2º Distrito Policial de Dourados e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prenderam Rafael Teles da Silva, 19 anos, conhecido como ‘Rafael Baleado’. Ele é acusado de ter assassinado no último dia 4, Moisés Petigal Saboo Vasconcelos, 22 anos, crime esse ocorrido na Vila Araci.
A polícia investiga a participação de Rafael em outro homicídio registrado na cidade e também suspeita de que ele possa estar envolvido em assaltos ocorridos nos últimos dias. Quando era menor de idade Rafael ficou detido na Unidade Especial de Internação (Unei), acusado de uma tentativa de assassinato.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".