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INTERNACIONAL

Ex-policiais são condenados por assassinato nos EUA

Ex-policiais são condenados por assassinato nos EUA
01/04/2011 05:59 - estadão


Dois ex-oficiais de polícia de New Orleans, nos Estados Unidos, receberam hoje pena de prisão por participação no assassinato de um homem desarmado cujo corpo foi posteriormente incendiado em meio ao caos que se instalou na cidade depois da passagem do furacão Katrina, em 2005.

Os advogados de defesa insistiam em que os réus seriam merecedores de um pouco de leniência por seus atos, especialmente por conta da situação caótica que se instalou na cidade por conta do fenômeno climático, mas o juiz Lance Africk qualificou o crime como indesculpável e bárbaro.

O ex-policial David Warren recebeu pena superior a 25 anos de prisão pelo assassinato de Henry Glover, um homem negro então com 31 anos de idade. Trata-se da mais rigorosa punição emitida pela Justiça até o momento no âmbito das investigações de abusos cometidos pela polícia nos dias que sucederam a passagem do Katrina por New Orleans. O ex-policial Gregory McRae foi condenado a 17 anos de reclusão por ter ateado fogo aonde estava o corpo de Glover depois do assassinato.

Em 2 de setembro de 2005, quatro dias depois de o Katrina ter devastado New Orleans, Glover foi morto por policiais com um tiro nas costas. Ele estava desarmado. Uma pessoa levou o corpo de Glover até uma delegacia improvisada em uma escola. McRae retirou o carro dali e ateou fogo no veículo com o cadáver dentro. As informações são da Associated Press.


 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.