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Ex-modelo é condenada à prisão por sonegar mais de R$3 mi

Ex-modelo é condenada à prisão por sonegar mais de R$3 mi
13/03/2014 13:15 - TERRA


A Corte de Frankfurt condenou esta semana a ex-playmate da Playboy, Swetlana Maslowskaya, de 32 anos, a dois anos e meio de prisão pelo crime de sonegação fiscal. A decisão foi tomada após a descoberta de que Maslowskaya não tinha declarado 1 milhão de euros (cerca de R$ 3,3 milhões).

Ela recebeu US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 4,7 milhões) em presentes dados pelo herdeiro da cervejaria alemã Henninger, Bruno Schubert, de 90 anos. Entre os presentes estão carros, jóias, viagens de férias exóticas e um apartamento na cidade austríaca de Salzburg. "Eu sinto muito pelo que fiz, nunca mais vou aceitar presentes”, disse Maslowskaya.

Maslowskaya, playmate (semelhante à 'coelhinha') da revista Playboy em 2002, desistiu da carreira de modelo quando passou a se relacionar com Schubert, em 2004. O empresário se casou, em 2009, com Meharit Kifle, uma etíope 64 anos mais nova que ele.

O filantropo multimilionário morreu aos 90 anos em outubro de 2010, e, desde então, seus familiares disputam a herança com a viúva, Meharit Kifle.

Outro caso de sonegação ganhou repercussão esta semana, quando o presidente do clube Bayern de Munique foi julgado por ter sonegado milhares de euros. O advogado de defesa de Hanns Feigen Hoeness afirmou que o empresário não declarou US$ 18,5 milhões, 15 milhões a mais do que o valor anunciado pela promotoria. Durante anos, Hoeness depositou dinheiro em um banco na Suíça. O empresário aguarda a decisão do tribunal. 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?