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Campo Grande - MS, quarta, 12 de dezembro de 2018

Mortal kombat

Ex-empregado da Sony é suspeito de furtar jogo antes de estreia

5 MAI 2011Por terra02h:34

A Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Manaus concluiu nesta quarta-feira (4) uma investigação sobre o furto de nove DVDs com a nova edição do jogo Mortal Kombat, do PlayStation, da fábrica da Sony. Um ex-funcionário da empresa foi indiciado sob suspeita de furto qualificado e outras duas pessoas, por receptação. Seis DVDs foram recuperados.

O furto ocorreu entre os dias 7 e 8 de abril, antes do lançamento do jogo nos Estados Unidos e no Brasil.

O caso só foi descoberto quando o jovem de Manaus Kaleb Yuzo Kettle, 26, anunciou a nova versão em comunidades de jogadores do PlayStation 3 no Orkut, por volta do dia 10 de abril.

Segundo o delegado Orlando Amaral, os indiciados são o ex-funcionário da Sony, Márcio Roberto Santos de Souza, 25, sob suspeita de furto qualificado, Kettle e um comerciante (que teve o nome preservado por estar apoiando as investigações), por suspeita de receptação.

A investigação foi aberta no dia 13 de abril a pedido da Warner Bros. da Califórnia (EUA), que desenvolveu o jogo Mortal Kombat. O delegado Amaral disse que o ex-funcionário Márcio Roberto Santos de Souza furtou os nove DVDs no setor em que trabalhou durante cerca de sete anos na Sony. "Ele lidava diretamente com as mídias", disse.

Em depoimento à polícia, Souza negou envolvimento no furto. "As provas são concretas. A negativa só vai piorar a situação dele em juízo", disse Amaral.

De acordo com o delegado, os seis DVDs recuperados estavam com o comerciante, na zona leste de Manaus. Kaleb Yuzo Kettle teve acesso a outros dois DVDs, segundo a polícia. Um havia sido enviado ao Mato Grosso, e o outro deve ser encaminhado à polícia ainda hoje pelo advogado do jovem.

O delegado disse que os DVDs são originais e que não há indício de que tenham sido copiados. O paradeiro do nono DVD é desconhecido. Não há pedido de prisão dos acusados.

Em depoimento à polícia, Kette disse que comprou o jogo em um camelô no centro de Manaus. Ele foi liberado em seguida.

A reportagem não conseguiu localizar os acusados nem seus advogados. A Sony ainda não se pronunciou sobre a conclusão das investigações. Em nota anterior, a Sony disse que abriu uma investigação interna para apurar a suspeita de vazamento do game.

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