Europa exigirá carros com freio automático

Europa exigirá carros com freio automático
17/06/2012 01:00 - ig


Enquanto o Brasil começa a equipar seus carros com freios ABS e airbags frontais – ambos serão obrigatórios em 2014 - a Europa parte para mais um avanço na área de segurança. A Euro NCAP, o respeitado orgão de segurança veicular do continente (e influente em todo mundo), oficializou que a partir de 2014 só serão aprovados com 100% de eficácia veículos equipados com sistema de frenagem automática.

A instituição europeia calcula que a utilização em massa do recurso em automóveis e utilitários pode reduzir em até 27% os acidentes nas estradas da região.

A tecnologia de frenagem automática, que evita principalmente acidentes em vias urbanas, já existe e pode ser encontrado em 79% dos carros à venda na Europa, seja como item de série ou opcional, segundo a organização – no Brasil ainda são raros os modelos com a tecnologia, oferecida apenas em automóveis de luxo.

Conforme sugere o informe da Euro NCAP, os melhores sistemas do gênero estão em veículos da Volvo, Volkswagen, Mercedes-Benz e Infiniti.

Como funciona?

O sistema de freio automático depende de sensores de proximidade montados na parte frontal do carro, como um pequeno radar, no caso dos carros da Volvo. Se o motorista se distrair em algum momento e não notar a proximidade do veículo a sua frente um sinal é disparado e os freios são acionados com força total sem interferência externa.

Não significa, porém, que o acidente será necessariamente evitado, mas a força do impacto pode ser reduzida, diminuindo os danos e os riscos físicos. Por isso, o equipamento é indicado principalmente para o trânsito urbano, onde acontecem com maior frequência batidas em baixa velocidades, causadas basicamente por distrações.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".