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DESCASO

Estudantes da zona rural correm risco de ficar sem transporte

Estudantes da zona rural correm risco de ficar sem transporte
07/03/2014 00:00 - PATRÍCIA BELARMINO


Três mil estudantes da zona rural de Campo Grande podem ficar sem acesso às escolas por falta de pagamento da Prefeitura de Campo Grande às empresas responsáveis pelo transporte destes alunos. Os atrasos já chegam a quatro meses, segundo denúncia feita ontem pelo vereador Edil Albuquerque (PMDB), na tribuna da Câmara Municipal.

A previsão dos empresários do transporte escolar era parar já na segunda-feira (10), mas, diante das ameaças, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) pediu mais prazo para resolver a questão. Com isso, ficou acertado que a prefeitura tem até a próxima sexta-feira (14) para quitar os débitos. Caso isso não ocorra, os empresários não descartam parar os serviços, o que resultaria em alunos fora da escola.

Conforme a denúncia feita por Edil Albuquerque, além dos pagamentos atrasados há quatro meses, os contratos das empresas com a prefeitura estão vencidos. Devido a estes dois problemas, os empresários tentavam desde o início do ano agenda com o secretário de Educação, José Chadid, e o prefeito Alcides Bernal (PP).

Ainda de acordo com o o vereador, empresários que prestam este serviço à prefeitura chegaram a pedir que informações sobre os atrasos de pagamento não fossem levados a público. Eles temem represálias. “É inadmissível que empresários e pais de família que moram e trabalham no campo passem por esta situação. Como fica então se houver a paralisação?

Os estudantes é que pagarão pela inoperância desta administração?”, questionou o vereador.
O ofício protocolado por empresários do setor na Semed diz que eles já haviam solicitado a prorrogação do contrato por um ano. O contrato teria vencido no fim de 2012. Com o respaldo da Lei das Licitações, a 8.666/93, o contrato foi prorrogado por mais um ano. Desde então, está vencido, mas o serviço continua sendo prestado. 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?