ACIDENTE

Estudante deve responder por homicídio e não mais por lesão

Estudante deve responder por homicídio e não mais por lesão
29/06/2010 07:25 -


karine cortez

Com a morte de Mayana de Almeida Duarte, 23 anos, o estudante Anderson de Souza Moreno, 19 anos, o “Fuscão”, motorista do Vectra que colidiu contra o Celta conduzido pela jovem na Avenida Afonso Pena, no dia 14 deste mês, deverá responder por homicídio e não mais por lesão corporal culposa. A informação é do delegado que investiga o caso, Márcio Rogério Custódio, da 1ª Delegacia de Polícia Civil da Capital. Segundo ele, os laudos da perícia feita nos veículos, na câmera de vídeo de um dos prédios da avenida e o depoimento de testemunhas serão determinantes para tipificar o homicídio como doloso – quando há intenção de matar – ou culposo – sem a intenção de matar. “Pela minha experiência com casos dessa natureza, tenho propensão a reconhecer o dolo nesse caso”, disse o delegado.

O depoimento do rapaz está previsto para acontecer amanhã, às 9h, na 1° delegacia de polícia. A suspeita é de que Anderson participava de um “racha” com um Fiat Uno, conduzido pelo vendedor Willian Jhonny de Souza Ferreira, 25 anos. Os carros, que supostamente participavam da disputa, seguiam no sentido shopping / centro, quando o Vectra colidiu com a porta do motorista do Celta, ferindo Mayana que acabou morrendo dez dias depois. De acordo com o delegado Márcio Custódio, três testemunhas que prestaram depoimento na polícia afirmaram que Anderson desrespeitou a sinalização semafórica.

O pai de Anderson também foi intimado e deverá comparecer junto com o filho à delegacia. “Ele não está sendo acusado de nada, só foi intimado para esclarecimentos sobre as condições do veículo e informar sobre a personalidade do filho”, afirmou o delegado. De acordo com o delegado, caso ele não cumpra com a determinação de prestar depoimento amanhã, será intimado novamente e se ainda assim não comparecer, a polícia usará de medida coercitiva – mandando uma viatura buscá-lo à força. Se o jovem não for encontrado terá prisão preventiva decretada.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".