DECORAÇÃO

Escolha o sofá ideal para os ambientes pequenos da sua casa

Escolha o sofá ideal para os ambientes pequenos da sua casa
04/07/2012 01:00 - TERRA


Salas pequenas representam um desafio para quem quer deixá-la aconchegante. Como escolher um sofá que seja ao mesmo tempo confortável e não fique ruim no espaço reduzido? Alguns profissionais dão dicas preciosas que ajudam a enfrentar esse dilema. Ana Luíza Terra, da Etna, afirma que o importante é o móvel não atrapalhar a passagem pelo ambiente. “O espaço mínimo para circulação na frente do sofá é de 1,2 m.” Ela lembra, no entanto, que não há problema em a peça ter uma chaise que diminua esse espaço, desde que seja retrátil. Assim, quando a pessoa for assistir à televisão, usa a extensão para ficar mais confortável, retraindo-a quando estiver recebendo visitas. Nesse caso, o estofado tem de ser mais macio. Se o sofá não for usado para ver TV, pode ser mais duro.

Para salas pequenas, o indicado são peças de dois lugares, complementando a sala com pufes – que também servem de mesa de centro – ou cadeiras para as pessoas sentarem. Soraia Dias, da Fort House, dá as medidas mínimas para que um sofá caiba nesse ambiente, mas continue confortável. A largura não pode ser menor que 1,5 m, e a profundidade, 95 cm. Uma maneira de “ganhar” espaço é evitar braços largos. “Até 20 cm está bom, mas, abaixo disso, a peça perde a harmonia, fica estranho”, diz Soraia.

O revestimento também deve ser levado em conta. Soraia explica que cores neutras dão sensação de amplitude. O toque colorido, nesse caso, fica com outras peças do cômodo, como as almofadas. Além disso, Ana Luíza explica que tons fortes “travam” o resto da decoração: “O móvel ganha muito destaque e é preciso neutralizar a cor no resto da sala”. Ela acrescenta que uma estratégia é adotar capas para o sofá. “Elas são práticas, fáceis de limpar e possibilitam à pessoa mudar o ambiente quando quiser.”
 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".