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Escolas proíbem e diretores podem apreender “pulseirinhas do sexo”

7 ABR 10 - 23h:39
Antonio Viegas, Dourados

Desde ontem está proibido o uso das chamadas “pulseirinhas do sexo” nas escolas de Dourados. A recomendação é da Promotoria de Justiça, por meio da promotora da Infância e Juventude, Cristiane Amaral Cavalcante, como forma de prevenção a crimes como os que vêm ocorrendo em várias cidades brasileiras. O Ministério Público Estadual está notificando todos os diretores de escolas que terão autonomia para apreender a pulseira, caso haja insistência por parte do aluno em usá-las. Em algumas escolas os diretores já haviam adotado essa medida por conta própria, depois de reunir os pais e expor o problema.

As pulseiras coloridas, encontradas principalmente em barracas de camelôs, sugerem um “jogo sexual” e, dentro desse jogo, crianças e adolescentes, mesmo não tendo conhecimento da maneira como é encarado o uso dessas pulseiras, podem ser até mesmo violentadas.
Em Dourados, de acordo com professores o uso dessas pulseiras era bastante acentuado nas escolas, mas com algumas decisões isoladas da direção, já reduziu bastante. Já em danceterias populares, principalmente, o uso é considerável por parte dos frequentadores.   
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