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SEM BAGUNÇA

Escolas de samba de SP mantém apuração longe do público

Escolas de samba de SP mantém apuração longe do público
03/03/2014 18:45 - AGÊNCIA BRASIL


A Liga Independente das Escolas de Samba manteve, neste ano, a apuração das notas do desfile do carnaval paulistano longe do público. A medida, adotada pela primeira vez em 2013, foi tomada para evitar tumultos, como o ocorrido, em 2012, no final da apuração, na leitura das últimas notas dos jurados.

A apuração da campeã do carnaval paulistano será realizada amanhã (4), às 16 horas. O acesso ao evento, no entanto, será liberado somente para a imprensa, para os presidentes das agremiações e mais nove convidados indicados pelos presidentes.

Os simpatizantes das agremiações terão de acompanhar a apuração das notas nas quadras das escolas. Segundo o regulamento da Liga, todas as agremiações são obrigadas a abrir suas quadras no momento da leitura das notas.

Na noite de sexta-feira e madrugada de sábado desfilaram as escolas Leandro de Itaquera, Rosas de Ouro, X-9 Paulistana, Dragões da Real, Acadêmicos do Tucuruvi, Vai-Vai e Tom Maior. Na noite do sábado e madrugada de domingo foi a vez da Pérola Negra, Gaviões da Fiel, Mocidade Alegre, Nenê de Vila Matilde, Águia de Ouro, Império de Casa Verde e Acadêmicos do Tatuapé.

Em 2012, um integrante de uma das agremiações pulou o alambrado e rasgou os papéis que definiriam a escola campeã. Uma confusão generalizada instalou-se no Sambodrómo e outros integrantes de escolas de samba também começaram a invadir o local onde os votos estavam sendo lidos, jogando os papéis com os votos dos jurados para o alto. A polícia tentou conter o tumulto, afastando as pessoas da área reservada.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!