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PROPOSTA PEDAGÓGICA

Escola de Tempo Integral inclui ensino de música

Escola de Tempo Integral inclui ensino de música
16/04/2011 00:00 - DA REDAÇÃO


Contribuir para a formação de profissionais capazes de encarar desafios e cidadãos cientes de suas responsabilidades. Estes são os resultados, em longo prazo, proporcionados pelo ensino dos conceitos básicos de música aos alunos da Escola Municipal de Tempo Integral Ana Lúcia de Oliveira Batista, no bairro Paulo Coelho Machado. Um outro aspecto da proposta: os estudantes aprendem a respeitar o meio ambiente, confeccionando os instrumentos com o uso de materiais recicláveis.

Segundo o coordenador de artes da escola, o professor Elio Crespam, o teatro, a música e as artes visuais fazem parte do aprendizado dos alunos. “Com esta metodologia de ensino, fazemos com que os alunos conheçam desde cedo a importância da convivência social e o respeito pela coletividade”, observou. O professor acrescentou que a música ainda melhora a criatividade, concentração, ajuda no desenvolvimento emocional e o bom relacionamento entre os grupos.

As aulas acontecem todas as terças e quintas-feiras. Os alunos do 3º ano aprendem conceitos básicos de músicas, com instrumentos artesanais criados e confeccionados com latinhas. Já os alunos do 5º ano que já estão num estágio mais avançado aprendem a música com instrumentos como flauta e o violão.

O professor de música, Adriano de Souza Ramos explicou que a música é ensinada com movimentos. “A expressão corporal é muito importante e traz benefícios na hora da apresentação dos alunos. O conhecimento musical deve ser ensinado em grupo para facilitar a formação de conjuntos musicais e coral. Todos devem saber o momento certo de tocar”, ressaltou Ramos ao lembrar que todo aprendizado adquirido na infância  o aluno leva para a convivência social por toda vida.

 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...