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Campo Grande - MS, sábado, 17 de novembro de 2018

ENTREVISTA

'Enfrentar a discriminação é pior que superar deficiência', diz presidente do Ismac

15 JUL 2012Por MILENA CRESTANI19h:30

A luta da pedagoga Telma Nates de Matos, que já se arrasta por quase três anos na Justiça, não é somente dela, mas sim de todas as pessoas com deficiência. Ela foi impedida de assumir vaga na Educação Infantil após ser aprovada em concurso da Prefeitura de Campo Grande. Para Telma, não há dúvidas de que ela foi vítima de discriminação e pretende ir a todas as instâncias, até mesmo à Organização das Nações Unidas (ONU), para garantir que outros deficientes não tenham de enfrentar a mesma dificuldade. Nesta entrevista, ela conta ainda sobre as atividades do Ismac, do qual é presidente.

CORREIO PERGUNTA Como foi a implantação do Ismac no Estado?
 

TELMA NANTES O Instituto foi fundado em 1957 por Florivaldo Vargas. Na época, ele mobilizou toda a sociedade campo-grandense para a necessidade de criar um centro de atendimento às pessoas com deficiência visual. Inicialmente, fundou a Sociedade para Cegos que funcionava como casa de amparo. Florivaldo Vargas era deficiente visual, da cidade de Lins, e trabalhava como cobrador, viajando por todo Estado. No início, a entidade ficava na Rua 7 de Setembro. Muitas crianças ficavam internadas na instituição, que chegou a abrigar mais de 120 pessoas. Desde o começo, ele teve a visão de inclusão, oferecendo atendimentos complementares na instituição, pois as crianças, adolescentes e adultos frequentavam escola comum e universidade. A professora Nazaré Pereira Mendes também foi uma das precursoras da inclusão.

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