'PEDESTRE, EU CUIDO'

Enfraquecida, campanha não reduz mortes no trânsito

Enfraquecida, campanha não reduz mortes no trânsito
29/01/2014 00:00 - da redação


O número de vítimas fatais em Campo Grande, no período entre 2011 e 2013, permaneceu praticamente inalterado. Foram nove mortes em 2012 e 2013, contra oito em 2011, totalizando 26 no período. Em novembro de 2011 começou na Capital a campanha “Pedestre, eu cuido”, que segundo autoridades de trânsito, precisa ser fortalecida. A informação é do jornal Correio do Estado.

No ano passado, o projeto encabeçado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MS) “esfriou”, já que a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), que é parceira, alegou estar sem recursos para fazer a pintura e sinalização das faixas de pedestres. Isso impediu a continuidade da campanha por cerca de cinco meses. O Detran já autorizou a retomada do projeto para este ano e ainda prevê ter de arcar com a sinalização da cidade.

Para se ter uma ideia dos resultados positivos da campanha, entre 2011 e 2013, caiu de 461 para 338 a quantidade de atropelamentos de pedestres nas ruas de Campo Grande. A redução é de quase 27% em dois anos. Outro saldo é a queda de 40,5% no número de ocorrência de condutores que avançam sobre os pedestres nas faixas. A infração leva o nome de “Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando”, que era de 37 em 2011 e passou para 22 no ano passado.

Para o comandante do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), Jonildo Theodoro, já é possível verificar muitos avanços no comportamento de condutores e pedestres, desde que a campanha começou. “Com certeza, antes dessa campanha, a gente não via o respeito ao pedestre. Já evoluímos bastante, mas faltam mais campanhas”, sustentou. A matéria é assinada por Lúcia Morel.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".