Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

ECONOMIA

Empresários pedem menor carga tributária

Empresários pedem menor carga tributária
26/05/2010 08:30 -


São Paulo

O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Armando Monteiro Neto, levou as reivindicações do empresariado brasileiro aos pré-candidatos à Presidência do País: “A carga tributária elevada”, hoje em cerca de 34% do PIB.

Ele afirmou ontem que o “Brasil pode e deve crescer mais”. Ele discursou durante sabatina com os três principais pré-candidatos à Presidência, José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV).
Na opinião do empresário, o “nível da economia tem se revelado muito abaixo das nossas necessidades, o que constitui grande frustração para os brasileiros”.

No entanto, fez um “afago” ao governo Luiz Inácio Lula da Silva: “Nos últimos anos, tivemos importantes avanços: estabilidade, expansão da nova classe média, maior confiança na capacidade de crescer, mais inclusão social. Estamos em momento marcado por forte otimismo empresarial”, disse.
Monteiro Neto também enfatizou a necessidade de “liderança e ação” dos pré-candidatos para aceleração do crescimento da renda per capita do brasileiro.
O presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel, Horácio Lafer Piva, por sua vez, defendeu a segurança jurídica. Ou seja, clareza nas regras. Piva também falou de outra reivindicação clássica dos empresários, a redução da taxa básica de juros da economia. “Temos consciência de quanto os juros impactam na decisão de investimento do empresário.”

Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Robson Braga de Andrade, defendeu a aprovação das reformas política, tributária e da Previdência Social. Na opinião do empresário, as diferentes legislações tributárias nos Estados “não permitem que as empresas brasileiras gerem eficiência e sinergia”.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.