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DE OLHO NO MERCOSUL

Empresários do Estado investem<BR> no Paraguai

Empresários do Estado investem<BR> no Paraguai
10/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Émerson Cordeiro faz as contas e, sem esconder a satisfação com seu novo empreendimento, afirma: “as vantagens são muitas”. Em junho, ele inicia a construção em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, da filial da Cordeiro Industrial, uma fábrica de pisos situada em Campo Grande. A nova empresa produzirá o dobro da matriz, com custos menores, e abrirá as portas para o Mercosul. O empresário faz o caminho que têm percorrido – e com frequência cada vez maior – outros empreendedores brasileiros, conforme matéria de hoje (10) do jornal Correio do Estado. O interesse pelo Paraguai se relaciona a custos de produção menores e à facilidade para exportação – a Lei de Maquila (Lei nº 1.064), principal atrativo paraguaio de empresas estrangeiras, prevê taxa zero às vendas aos países do Mercosul.

Em Campo Grande, a Cordeiro Industrial produz 10 mil m² de pisos por mês. O projeto do empresário é elevar, em 2015, a produção nacional para 25 mil m² por mês e iniciar a da fábrica no Paraguai com o dobro desse volume. “Pretendemos produzir 50 mil m², mensalmente, em Pedro Juan”. Assim, a empresa aumentará o fornecimento para o mercado brasileiro e começará a destinar seus produtos aos países do Mercosul. Conforme Cordeiro, a instalação no Paraguai significa meio caminho andado para esses projetos.

O empresário estima que o investimento na unidade paraguaia some aproximadamente R$ 4 milhões. “Se fosse no Brasil, chegaria a R$ 10 milhões”, compara. E essa diferença se torna mais expressiva se considerar que a fábrica em Pedro Juan terá capacidade produtiva 100% maior que a de Campo Grande. A reportagem é de Osvaldo Júnior.

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!