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QUEDA DE ÔNIBUS

Empresa condenada a indenizar idosa

Empresa condenada a indenizar idosa
06/03/2014 15:21 - DA REDAÇÃO


O juiz da 15ª Vara Cível de Campo Grande, Flávio Saad Peron, julgou procedente a ação movida por uma passageira contra uma empresa de ônibus, condenada ao pagamento de R$ 15 mil de indenização por danos morais. O motorista fechou a porta do veículo quando a ela desembarcava, prendendo sua porta.

Segundo a mulher, ela morava em Terenos, por ser idosa, viajava constantemente para a Capital a fim de realizar tratamento de saúde. 

No entanto, ao desembarcar na rodoviária de Campo Grande, no dia 10 de março de 2009, o motorista do ônibus em que estava fechou a porta e arrancou bruscamente o veículo, o que fez com ela caísse e sofresse lesões em sua perna. Alegou que não recebeu socorro da empresa, tendo o motorista apenas telefonado para a sua filha que foi até o local do ocorrido e a levou para o hospital.

Disse ainda que, por utilizar sempre o ônibus daquela empresa, passou a ser conhecida por seus motoristas e cobradores, sendo que já houve vezes que alguns a hostilizavam por não terem paciência para esperá-la ou até mesmo em lhe ajudar com seu problema de locomoção. Desta forma, pediu pela indenização por danos morais.

Em contestação, a empresa alegou que não há provas de que a autora tenha sido hostilizada pelos seus empregados e que ela caiu sozinha ao descer do ônibus, que estava estacionado na rodoviária. Além disso, sustentou que o seu motorista não tem culpa sobre essa situação, motivo pelo qual pediu pela improcedência do pedido de indenização feito pela requerente.

Ao analisar o processo, o magistrado observou que os depoimentos prestados por uma testemunha que estava na rodoviária e do motorista provam a responsabilidade da empresa, pela culpa do seu motorista, pois ele devia se certificar de que poderia acionar o fechamento das portas com segurança, sem atingir qualquer pessoa que estivesse entrando ou saindo do ônibus.

Desta maneira, o pedido de indenização por danos morais foi julgado procedente.

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!