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PASSAGEM

Empresa aérea anuncia que vai adotar tarifa-teto de R$ 999 durante a Copa do Mundo

Empresa aérea anuncia que vai adotar tarifa-teto de R$ 999 durante a Copa do Mundo
08/01/2014 15:45 - g1


A empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras informou nesta quarta-feira (8) que adotará a tarifa-teto de R$ 999 para passagens aéreas realizadas entre 12 de junho e 13 de julho, durante a Copa do Mundo de futebol neste ano.

"A regra é válida para todos os voos da empresa considerando origem e destino, independentemente do número de trechos", informou a empresa em comunicado.

A tarifa-teto significará em uma perda de R$ 20 milhões no faturamento da empresa em 2014, informou o presidente da companhia, David Neeleman, segundo a Reuters.

A companhia informou que durante o período da Copa, disponibilizará cerca de 600 voos extras. A empresa já solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) 310 voos adicionais para 15 cidades: Rio de Janeiro, Campinas, São Paulo (Congonhas), Guarulhos, Brasília, Goiânia, Confins, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Manaus, Cuiabá, Curitiba e Natal.

Segundo a Azul, outros pedidos de voos serão feitos de forma progressiva a partir de junho, quando começam os jogos.
As empresas aéreas pediram a Anac que autorize cerca de 1,5 mil novos voos. Os novos voos serão para as 12 cidades-sede da Copa e para outras 13 que ficam a 200 km de distância.

No dia 15 de janeiro a Anac deve anunciar quais pedidos foram atendidos. A partir dessa data, as empresas aéreas já vão poder vender passagens para os vôos específicos da Copa. Na segunda fase da Copa a Anac também deve autorizar voos não regulares para atender à demanda dos torcedores.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!