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CIDADES

Embaixada tenta evitar expulsão de haitianos

Embaixada tenta evitar expulsão de haitianos
19/03/2010 04:04 -


A Embai xada do Haiti vai pedir ao Itamaraty asilo humanitário aos haitianos flagrados em território sulmato- grossense ilegalmente na tarde de quarta-feira (17) e madrugada de ontem. A Organização Não Governamental (ONG) Sem Fronteiras, fez a mesma solicitação ao governo do País, ontem. O embaixador Idalbert Pierre-Jean informou que embora o grupo não esteja saindo da nação de origem por mot ivo de guerra ou perseguição política, o Brasil pode conceder asilo aos haitianos. “O que estaremos pedindo é ajuda humanitária, pelo fato de o povo do Haiti estar sem condições de sobrevivência”, explicou o representante haitiano. Pierre-Jean afirma que ainda não foi comunicado oficialmente pela Polícia Federal (PF) sobre a situação dos haitianos presos, mas acredita que eles possam ser vítimas do tráfico humano, recrutados supostamente para executar trabalho escravo. “Se tivessem vindo sozinhos não teriam escolhido o Brasil, porque é longe. O que me causou estranhamento é eles terem dado U$ 220 aos taxistas que os transportaram. Se fossem apenas refugiados não teriam esse dinheiro”. O embaixador disse ainda que vai esperar que a Polícia Federal comunique a embaixada oficialmente e passe informações mais detalhadas sobre o caso. A partir daí, completa, terá informações necessárias para tomar providências e tentar legalizar a situação dos haitianos no Brasil. “Vamos saber os reais motivos para eles terem vindo para o Brasil e vamos pedir para que não sejam deportados. O Haiti não tem condições, neste momento, de recebê-los de volta”. Pierre-Jean disse não ter notícias de outros casos semelhantes registrados no País neste ano.

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?