ECONOMIA

Em três anos, MS atraiu 136 novas empresas

Em três anos, MS atraiu 136 novas empresas
05/02/2010 01:56 -


O Conselho Estadual de Desenvolvimento Industrial do Estado (CDI/MS) aprovou no período de 2007 a 2009 a concessão de incentivos para 136 empresas, com investimentos de R$ 23 bilhões, em 54 municípios de Mato Grosso do Sul. Com a efetiva implantação dos projetos, devem ser gerados 52 mil novos postos de trabalho. Os resultados foram apresentados pelo Governo do Estado, em prestação de contas feita na abertura da Sessão Legislativa de 2010. Conforme o relatório, os principais recursos potenciais que o Estado está utilizando para o seu desenvolvimento são a extração, principalmente, de ferro e manganês; a expansão da indústria de etanol, que tem a pretensão de alcançar um milhão de hectares de área plantada com cana-de-açúcar; de energia elétrica renovável e de PCHs, cuja meta é atingir 2.400 MW, com 717 MW já realizados; e o reflorestamento com destaque para o plantio do eucalipto, com expectativa de atingir um milhão de hectares de floresta. Essa atividade tem as bases definidas no Plano Estadual para o Desenvolvimento Sustentável de Florestas Plantadas (PEF/MS), que contempla os Programas de Desenvolvimento Tecnológico, de Fomento e de Sistema de Gestão da Informação, visando a impulsionar o crescimento da indústria siderúrgica e de papel e celulose. Para este ano estão previstos projetos em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no setor leiteiro, de distribuição de patrulhas mecanizadas, implantação de unidades demonstrativas em sistemas integrados de produção, além da realização de estudos relacionados à modernização de políticas públicas para o agronegócio estadual.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".