Em MS, programa estudará sistemas produtivos em três biomas

Em MS, programa estudará sistemas produtivos em três biomas
01/03/2010 04:15 -


Em Mato Grosso do Sul, o Projeto Biomas vai mapear ecossistemas e sistemas produtivos presentes nos três biomas que compreendem o Estado: o Pantanal, a Mata Atlântica (sul do Estado) e o Cerrado. Segundo o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2006, a área de cobertura vegetal original desses biomas é hoje de 86,7%, 26,9% e 60,4% respectivamente. Entre os resultados esperados com essa iniciativa está a formação de uma rede nacional de Áreas de Preservação Permanente (APPs), com o estabelecimento de parâmetros para seu manejo e conservação. A seleção das áreas pesquisadas pelo projeto vai obedecer aos critérios de importância social e ambiental de cada região. De acordo com Eduardo Riedel, que assumiu recentemente a presidência da Federação da Agricultura e Pecuária de MS, o Projeto Biomas pretende estudar com profundidade os sistemas de produção que hoje estão inseridos em cada um dos biomas. Assim será possível identificar, dentre as atividades produtivas que estão sendo desenvolvidas em cada um dos biomas, o que é bom e sustentável e o que não é tão bom e pode estar prejudicando o meio ambiente. Mas isso, de uma forma científica e por isso, eficiente. “Dessa forma, não se estará mais defendendo o meio ambiente só pelo meio ambiente, ou defendendo a produção apenas pela produção em si. Vamos superar essa dualidade ideológica. Quem tem que definir os melhores caminhos para uma sustentabilidade competente é a ciência, e isso vai ser possível com o Projeto Biomas que envolverá numa primeira fase 240 pesquisadores cientistas e 350 numa segunda fase”, destacou Eduardo Riedel. Para o presidente da Famasul, tendo esses estudos científicos em mãos, vai ser possível balizar todas as ações produtivas e de desenvolvimento, conseguindo ganhos de produtividade e resultados eficazes na manutenção dos recursos naturais.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".