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CAMPEONATO ESTADUAL

Em média, menos de 500 torcedores vão ao estádio

Em média, menos de 500 torcedores vão ao estádio
18/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Reportagem na edição desta terça-feira (18) do jornal Correio do Estado mostra que, sem jogos atrativos e atletas que despertem a atenção dos torcedores sul-mato-grossenses, o Campeonato Estadual teve significante queda no número do público pagante no primeiro turno deste ano, em comparação com as mesmas rodadas da edição anterior.

        Arquibancadas do Morenão estão sempre vazias nos jogos do Estadual (Foto:Paulo Ribas)

De acordo com os borderôs divulgados pela Federação de Futebol (FFMS), a média de torcedores nas sete primeiras rodadas deste ano foi de 438,9 pagantes. Ou seja, cerca de 100 torcedores deixaram de acompanhar os jogos nos estádios. A média do primeiro turno do ano passado foi de 537,6 pessoas por partida.

“O problema de falta de torcida no estádio não é apenas aqui, mas existem meios de mudar isso. Faltam incentivos, sorteios de prêmios e promoções para incentivar o torcedor”, aponta o técnico do Cene, Paulo Muller.

O Furacão Amarelo teve o jogo com pior público do primeiro turno. Contra o Maracaju, o time da Capital levou 44 pagantes ao Morenão. “Além disso, sofremos a disputa contra os times grandes, já que nos faltam jogadores de renome”, completa Muller.

Segundo a reportagem de Gabriel Neris, a ausência de jogadores experientes ou que tenham passado por clubes grandes também é questionada por quem frequenta as arquibancadas. “Os clubes do Estado precisam de jogadores de renome. É isso que leva público aos estádios”, acredita o produtor de eventos Alcir Batista, 33 anos. 

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!