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Em inauguração no Rio, Dilma ensaia “carreira solo“ na política

7 MAR 10 - 00h:18
Convidada especial do governador Sérgio Cabral (PMDB) para a inauguração do Hospital da Mulher Heloneida Studart, na manhã de ontem, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, começou a ensaiar para a “carreira solo” na política. A partir da primeira semana de abril, quando deixará o governo para entrar na disputa eleitoral, Dilma não terá mais a companhia quase diária do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o criador de sua candidatura. Também não participará de solenidades oficiais com governadores e prefeitos. O hospital não recebeu recursos federais e só começará a atender o público dentro de três semanas, mas a inauguração foi agendada para coincidir com o Dia da Mulher, comemorado em 8 de março. Em fase de crescimento nas pesquisas eleitorais, Dilma tem se aproximado das intenções de voto do governador José Serra, provável candidato do PSDB, porém continua em desvantagem entre o eleitorado feminino. Sem Lula, a festa de ontem girou em torno da futura candidata petista, embora fosse um compromisso institucional, com a presença de outros ministros. Hoje, a ministra já estará de novo ao lado do presidente, em uma extensa agenda no Rio. Até o fim do mês, Dilma continuará a maratona de viagens pelo País ao lado de Lula. Na segunda quinzena, ela terá destaque nas inserções do PT nos programas gratuitos de TV. Em 26 de março, a ministra, ao lado do presidente, será a estrela do lançamento da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). O projeto, coordenado por Dilma, é a última missão como ministra. Em abril e maio, ainda na condição de pré-candidata e fora do período oficial da campanha, Dilma fará visitas aos Estados para cumprir agendas programadas pelos partidos aliados. Também terá encontros com diferentes segmentos, como empresários, trabalhadores, cientistas e movimentos sociais. “Para nós, a ministra Dilma fora do governo é melhor, porque temos muitas dificuldades de fechar uma programação para ela, por causa dos compromissos institucionais. Vamos reivindicar para São Paulo o maior número possível de eventos com Dilma”, afirma o presidente do PT paulista, Edinho Silva.
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